segunda-feira, 11 de novembro de 2019

Inverno na Europa: as grandes vantagens de se viajar no frio


Para aqueles que não se intimidam pelo frio, viajar no inverno tem suas vantagens. Além dos preços mais camaradas típicos da baixa estação, as atrações estão mais vazias, o que significa desviar das multidões e enfrentar menos filas. Em países do hemisfério norte, como Inglaterra e França, que possuem culturas tão diversas da brasileira, isso também se manifesta na possibilidade de imersão no estilo de vida local. 

Desde a elegância das vestimentas ao comportamento expresso pelos lugares que frequentam - como pubs e cafés mais acolhedores, é nesta época do ano que traços do jeito de ser europeu se revelam. Estas são, na verdade, as experiências que trazemos na mala para a vida. 


Uma das atividades mais gostosas de se fazer nas baixas temperaturas é comer. Às margens do Rio Tâmisa, em Londres, cabanas de madeira são construídas para que os visitantes se deliciem com os sabores do mundo no Mercado de Inverno de Southbank. 

Já no tradicional Borough Market, é hora de provar a cidra regional e o vinho quente para esquentar o corpo. Se os ventos soprarem com mais intensidade do polo norte, considere se abrigar numa casa de espetáculos, boa desculpa para assistir a um musical de West End ou um balé clássico no Royal Opera House.

Os monumentos e ruas principais, a exemplo da Torre de Londres, Piccadilly Circus e Oxford Street, ganham luzes multicoloridas. Então, a aura de conto de fadas começa a imperar pela paisagem urbana a enfeitar o característico cinza celeste da capital inglesa. Em Kew Gardens, um túnel de mini lâmpadas cintilantes criam uma atmosfera mágica.

 
As vitrines recebem tratamento natalino e corais se apresentam na Trafalgar Square. Nas St. Katherine Docks, clássicos de Natal são exibidos num festival de filmes e o Hyde Park vira uma floresta secreta com esculturas de gelo e criaturas míticas na Winter Wonderland.

Para se abrigar do frio com absoluto conforto, na região vizinha ao parque – em Marylebone - está o The Prince Akatoki London. Este hotel cinco estrelas leva a Londres o conceito de hospitalidade japonês com apreço aos detalhes, minimalismo nas formas e suavidade das cores de seus 82 apartamentos e áreas comuns. Tudo para criar um ambiente relaxante para o descanso.



Uma vez aclimatado, não será necessário sair de suas instalações nem para jantar. O restaurante TOKii oferece em pratos o espírito oriental da célebre culinária nipônica, enquanto o The Malt Lounge & Bar promove a união entre os dois lados do mundo. Durante o dia, o bar se converte em um salão de chá para que se possa vivenciar o ritual símbolo das duas culturas.
A um voo curto ou rápida viagem de trem, seguir para Paris é definitivamente algo inevitável. Ainda mais romântica sob clima invernal, a Cidade Luz irradia brilho ao longo da Champs-Élysées até que ela culmine no Arco do Triunfo resplandecente. 

Aos pés da icônica Torre Eiffel há uma pista de patinação no gelo, algo que também pode ser encontrado em outros pontos da capital francesa. Pelo Forum des Halles e no Grande Palais de Glaces a diversão se desdobra, assim como – pela primeira vez - nas Galeries Laffayette, lugar perfeito para procurar por presentes de Natal.
Depois de caminhar por corredores de lojas e avenidas adornadas, nada substitui o bem-estar que o Le Burgundy pode lhe dar. Cheio de personalidade, este hotel é o epítome da elegância parisiense. No design de interiores, a nobreza de materiais e dos objetos de colecionadores. 


Na localização, o prestígio e as vantagens de se estar tão bem posicionado, na centralidade do primeiro arrondissement, próximo ao Museu do Louvre. Já o hotel Le Cinq Codet se firma como opção mais contemporânea na Rive Gauche, com forte apelo arquitetônico dos anos 30, no estilo Art Déco de sua fachada. Pelas varandas dos quartos, a vista incomparável da Torre Eiffel e o Palácio Nacional Les Invalides.



Fonte:Daniel Ramirez 

Tendências comportamentais do consumidor brasileiro



O frade dominicano e escritor brasileiro, Frei Betto, disse uma frase que tem ganhado cada vez mais notoriedade: “Nossos pais e avós viveram épocas de mudanças. Nós vivemos uma mudança de época”. Essa colocação mostra o quanto o nosso tempo está marcado por grandes e profundas transformações. Segundo muitos especialistas, estamos vivendo uma mudança de era. Mas, afinal, quais são as maiores tendências que representam o nosso tempo? Vamos a elas!

- Mundo tecnológico: 

A internet e principalmente os aparelhos móveis permitiram a conectividade entre as pessoas 24 horas por dia, sete dias por semana, independentemente de suas distâncias geográficas. Essa conexão mudou completamente as interações humanas, potencializando as relações. Essa ampliação do acesso a tudo e a todos com apenas alguns cliques, mudou drasticamente os comportamentos sociais. Tanto é que, para muitos, se tornou tão obsessiva que já há um termo para defini-la: iDisorder, num trocadilho com o iPhone.

- Sustentabilidade: 

As pessoas se atentaram para a necessidade de preservar os recursos naturais para não comprometer as gerações futuras. E a sustentabilidade vai muito além da ideia de conservação, preocupando-se com a relação de interação entre a humanidade e o meio ambiente. Para termos uma vida mais equilibrada, precisamos ter consciência sobre o que consumimos e como geramos impacto. Felizmente, as pessoas estão mais sensíveis à essa questão e já aceitam até pagar mais caro por produtos sustentáveis. E engana-se quem pensa apenas em meio ambiente quando falamos em sustentabilidade. O termo envolve o tripé entre as áreas sociais, econômicas e ambientais.

- Bem-estar: 

A vida urbana e digital leva muitas pessoas ao desequilíbrio. Nesse sentido, um mercado que ganha força é o de relaxamento e bem-estar. Os níveis de estresse e ansiedade nunca foram tão altos e, na busca por mais qualidade de vida, muitas pessoas estão em busca de alternativas. Os segmentos de alimentação saudável, fitness e beleza natural estão entre os que mais crescem, mesmo em meio à crise. O aumento da expectativa de vida da população também é um dos fortalecedores dessa tendência. Queremos viver mais e melhor.

- Economia da experiência: 

De acordo com vários especialistas em tendências, estamos migrando da cultura do olho, para a cultura da boca. Isso quer dizer que, se antes nos importávamos com as marcas das roupas e dos carros que usávamos, hoje, estamos muito mais preocupados com o que sentimos, o que experimentamos, e principalmente, o que postamos nas mídias sociais. Para conquistar o consumidor, as marcas precisam ir além, precisam criar experiências. Todo o processo de compra deve ser acompanhado por algo único, capaz de estimular os sentidos. A experiência na compra e na utilização de produtos e de serviços deve ser memorável e transformar o consumo em algo inesquecível.

- Economia compartilhada: 

Vivemos a era do acesso e não mais da posse. Então, se eu não quiser mais ter bens, posso muito bem acessá-los por meio do compartilhamento. Por mais que muitas empresas e governos ainda lutem contra essa tendência, esse é um movimento sem volta. Ele se baseia no princípio do “reduza, re-use, recicle, repare e redistribua”. E pode se dar na forma de redistribuição, quando um item que não está sendo utilizado é direcionado para outro local. Ou ainda, na forma de compartilhamento de recursos, como tempo e habilidades.

Como você pôde perceber, o mundo está mudando muito e cada vez mais rápido. Essas são as tendências mais evidentes dos dias de hoje, mas, pode ter certeza, tem muitas outras ao nosso redor que ainda nem foram percebidas. Minha sugestão é: fique atento aos comportamentos emergentes. As pessoas estão no centro dessas transformações. São elas que ditam as novas regras e condutas sociais.


Fonte: Marília Cardoso  - jornalista, com pós-graduação em Comunicação Empresarial, MBA em Marketing e pós-MBA em inovação. 

Cinco maiores causas de turnover e como evitá-las



O processo de contratação de um funcionário é longo e oneroso para as empresas. Uma vez que não é simples encontrar pessoas disponíveis no mercado que tenham fit com o negócio, a equipe e o cargo. Enquanto o profissional ideal não é encontrado, a equipe fica sobrecarregada com o acúmulo de funções, tendo o desempenho reduzido. 

Considerando este cenário, parece que depois da contratação da pessoa ideal, está tudo perfeito. Mas não é bem assim, se o processo de recrutamento e as práticas de retenção não forem feitas da melhor maneira possível, o risco de turnover, ou seja, do funcionário novo deixar a empresa logo após a contratação, é grande.

Além de gerar retrabalho, o turnover é caro para o negócio e prejudicial para o desempenho e a motivação da equipe. Para evitá-lo, o primeiro passo é olhar as causas. Neste artigo, comento sobre os cinco principais motivos pelos quais pessoas recém-contratadas podem não se adaptar ao negócio e sair.

- Desalinhamento com a cultura:

Como a empresa funciona, como funcionários se comportam e a forma que o trabalho é executado são elementos que fazem parte da cultura. Se o recém-contratado não estiver alinhado com a cultura e com os valores do negócio, dificilmente se adapta-rá à rotina e se sentirá pertencente ao ambiente. Isso faz com que ele repense sua atuação e, por vezes, peça para sair. 

Para evitar essa situação é crucial que ainda na etapa de seleção os pilares da cultura do negócio sejam apresentados, e seja avaliada a compatibilidade do candidato neste quesito. 

Pessoas que não têm os mesmos valores que o negócio dificilmente se adaptarão a eles, além disso, quando não há fit de valores, é muito custoso psicologicamente também para o colaborador, gerando ansiedades e insatisfações.

- Onboarding deficitário:

Logo que um funcionário novo chega é necessário realizar o onboarding para que ele conheça e se adapte aos processos e as rotinas do negócio. Se isso não é feito, ou é mal feito, o novo colaborador se sentirá perdido e desamparado, não conseguindo executar seu trabalho em plenitude, gerando desmotivação. 

A melhor forma de evitar isso é desenhar um processo de onboarding completo, com apoio nos primeiros meses, apresentação de processos, pessoas e documentos, além de reuniões com a equipe para ambientação.

- Falta de transparência:

Muitas empresas prometem “mundos e fundos” para o candidato no recrutamento e quando este chega para trabalhar, descobre que não é como imaginava. Algumas vezes a função não corresponde com o que foi dito, ou a estrutura do negócio é diferente da descrita e até mesmo questões culturais e salariais são maquiadas na hora da entrevista. 

A melhor forma de reter um colaborador é ser sincero sempre, desde o processo seletivo, falando a verdade sobre as funções diárias, funcionamento e momento do negócio, cargos e salários, além, como já pontuei, da cultura empresarial.

- Falta de políticas de retenção:

Muitas vezes as pequenas empresas não conseguem competir com as grandes no quesito de proposta salarial, mas o principal diferencial que apresentam é um ambiente mais agradável de trabalhar e políticas de retenção que se traduzem em benefícios. 

Não se preocupar em entender as necessidades reais do colaborador, para este se manter engajado em seu cargo, é a mesma coisa que estar esperando por sua demissão. 

As empresas precisam investir em práticas que impulsionem a motivação e o engajamento dos funcionários, principalmente dos novos, para que eles enxerguem valor em continuar atuando no negócio.

- Falta de feedback: 

Um colaborador novo precisa saber se está indo por um bom caminho. Por mais que seja um profissional experiente, ele ainda não está familiarizado com os processos e as métricas de sucesso da empresa em que começou a atuar. Não dar feedbacks contínuos ao funcionário é o mesmo que o vendar e pedir para que ache um caminho. 

Profissionais que se sentem perdidos tendem a procurar outros lugares para se encontrar. Por isso, é muito importante dar feedbacks de como está sua atuação, mostrar o que está sendo feito de positivo e o que poderia melhorar, para que o colaborador possa se sentir parte de uma equipe e direcionar melhor o seu trabalho. 


Fonte: Bruno Soares, CEO e Co-Founder da Feedz

Dia do Hoteleiro: há 39 anos, data homenageia profissionais do turismo



Comemorado no sábado (09/11), o Dia do Hoteleiro é lembrado há 39 anos e celebra o profissional responsável por atender e cuidar dos turistas. Gerentes, administradores e proprietários fazem parte da equipe dos mais diversos estabelecimentos como hotéis, resorts, pousadas e albergues que se preocupam em fazer da estadia dos visitantes uma experiência única e memorável.

A indústria hoteleira tornou-se um dos mais sólidos segmentos do turismo brasileiro. A rápida geração de emprego e renda é uma das caraterísticas do ramo que reúne, em um mesmo ambiente, profissionais de hospedagem, lazer, recreação e de alimentos e bebidas, entre outros. 

A Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH), criada durante o 1º congresso da categoria realizado em 1936, no Rio de Janeiro, afirma que o ramo impacta 52 atividades econômicas nas áreas de comércio, serviços e indústria.

O ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, frisou que os profissionais de hotelaria também contribuem para o bom momento do setor. Atualmente, 13.997 estabelecimentos de meio de hospedagem estão cadastrados no Cadastro Nacional de Turismo (Cadastur). 


“Nossa hospitalidade é aprovada por 98% dos turistas que nos visitam, muito por conta de profissionais que cuidam dos visitantes e mostram o melhor dos estabelecimentos e dos destinos. Parabenizo esta profissão que eleva o patamar da qualidade do serviço turístico no nosso país”, destacou.

Pesquisas realizadas pelo Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil (FOHB), em parceria com a FGV-Celog (Centro de Excelência em Logística e Supply Chain da Fundação Getúlio Vargas), mostram que a hotelaria é um dos setores que mais movimentam a economia brasileira. 

Na geração de empregos, por exemplo, é a quarta atividade que mais contrata. O nosso país supera países desenvolvidos, como os Estados Unidos da América. Enquanto o ramo de hotéis o Brasil gera cerca de 25 empregos a cada R$1 milhão de demanda, os Estados Unidos geram 15.

No que tange à injeção de recursos na economia, a receita operacional líquida do setor atingiu R$ 22,2 bilhões em 2015. Em relação aos serviços produzidos pela hotelaria, 55,5% atendem a atividades empresariais. Outros 22,5% são provenientes de receita com visitantes estrangeiros, enquanto 22% vêm da venda às famílias.

O presidente da ABIH, Manoel Linhares, destacou a atuação do Ministério do Turismo na criação de um cenário favorável para a indústria de turismo brasileiro, como a conquista da vaga no Conselho Executivo da Organização Mundial do Turismo (OMT) e a definição da sede do próximo Dia Mundial do Turismo, em 2020, que será realizado no Brasil.

“Esses, entre outros dados, nos levam a um otimismo justificado e não é à toa que, para 2020, os empreendedores do setor de hotéis já confirmaram que estão com planos de investimentos em várias cidades, onde haverá aumento de unidades habitacionais, a otimização de novos mercados e consumidores e, consequentemente, a criação de mais postos de trabalho”, ressaltou Linhares.

Uma pesquisa realizada pelo Ministério do Turismo com empresários de hotéis do país revela confiança quando o assunto é investir e criar empregos no setor. Isso porque dois em cada três deles (65,9%) planejam melhorias em seus estabelecimentos no segundo semestre de 2019. A intenção é 21,1% maior do que a verificada quanto ao mesmo período do ano passado, quando 54,4% se posicionaram positivamente.

A perspectiva também é positiva para a contratação de profissionais: 22,7% dos empreendedores afirmam que pretendem empregar novos funcionários até o final do ano, já que 39,8% deles acreditam que haverá aumento na demanda por serviços ofertados. Além disso, o estudo aponta que 42,8% dos empresários esperam alta de faturamento dos negócios no período.


Fonte:  MTur