terça-feira, 26 de março de 2019

São Paulo sediará o Fórum Turismo de Luxo no Brasil 2019

                                    Ecopousada Teju-Açu, em Fernando de Noronha

Em sua quarta edição, o Fórum Turismo de Luxo no Brasil garante uma noite imersiva com grandes cases da indústria, apresentando informações, resultados e perspectivas, além de uma ótima oportunidade de networking com mercados diversos. Assim como nas edições anteriores, o evento ainda possui inscrição gratuita para o público.

O evento destinado a jornalistas, blogueiros, hoteleiros, agentes de viagens, secretarias de turismo e profissionais do turismo, acontecerá no dia 08 de maio, com início às 19 horas. Os painéis irão abordar a indústria da hospitalidade, destinos de alto padrão e para onde caminha o mercado de luxo.

A diretora da Global Vision Access, Gisele Abrahão, abre a noite em painel de destinos. A diretora na América Latina da Atout France, Caroline Putnoki e Joao Annibale, diretor da Leading Hotels of the World, apresentam os rumos da hotelaria de luxo. Andrea Carneiro, diretora de Marketing e Vendas do Four Seasons São Paulo apresentará para onde se caminha o luxo.

A Promonde Travel+Food Marketing e a Boarding Gate estão fechando os últimos detalhes para mais um ano de conteúdo e relacionamento com a indústria do turismo de alto padrão. Em breve mais informações.

Na edição anterior que ocorreu em 22 de maio de 2018, os convidados, Melissa Oliveira, diretora dos Hotéis Unique e Jean-Philippe Pérol, da Cap Amazon, falaram sobre como o Brasil se destacar na hotelaria. 

O diretor da Matueté e presidente da Brazilian Luxury Travel Association (BLTA), Martin Frankenberg e Guilherme Padilha, CEO da Auroraeco, discutiram o conceito de “Travel Designer”. Para finalizar a noite, Milagros Ochoa de Koepke, diretora do Turismo do Peru, e Malcom Griffths, do VisitBritain mostraram cases de sucesso de seus países.


Serviço:

- 4º Fórum Turismo de Luxo no Brasil

- Local: Unibes Cultural – Rua Oscar Freire, 222

- Data: 08 de maio de 2019

- Horário: das 19h às 21h30



Fonte: Mateus Borge

Especialista dá dicas para evitar doenças típicas do Outono


A chegada do Outono significa o início das grandes variações de temperatura e da baixa umidade. Esses fatores, juntamente com a poluição, são considerados alguns dos responsáveis pelo aumento dos índices de doenças respiratórias durante essa época do ano. 
De acordo com Ricardo Souza Queiroz, alergista e imunologista do Grupo São Cristóvão Saúde, os problemas mais frequentes nesse período são a asma, as rinites e as sinusites.

Quando o tempo está seco, a mucosa nasal fica ressecada e passa a não filtrar corretamente o ar, cheio de partículas poluentes e alergênicas, que vai aos pulmões. Em muitos casos, as pessoas já têm uma predisposição genética às alergias respiratórias, então quando são expostas a esses fatores, elas são desencadeadas e geram uma reação do sistema imunológico, que inclui o corrimento nasal e o lacrimejamento.

Geralmente, a manifestação de alergias ocorre durante a infância, quando a criança é exposta a agravantes, como a presença de ácaros, fungos e pelos de animais. No caso da rinite, o fator hereditário influencia na manifestação dessas alergias. 

O especialista explica que, se um dois pais tiver a doença, a chance de os descendentes terem é de 30%, mas se ambos os pais tiverem rinite alérgica, a chance já aumenta para 70%. “Isso torna os filhos mais sensível à detecção de elementos alergênicos, aumentando as chances do desencadeamento da doença”, diz.

Uma boa noite de sono, a prática de atividades físicas e uma alimentação balanceada e rica em Vitamina C são elementos que podem ajudar a melhorar a imunidade e, consequentemente, evitar ou amenizar o grau de intensidade dessas doenças. 

Além disso, o especialista ainda dá outras dicas para aproveitar essa época do ano com saúde e disposição:

- Reforce a hidratação

- Deixe janelas abertas para o ar circular

- Lave o nariz com soro fisiológico

- Passe álcool gel nas mãos sempre que sair de transportes públicos

- Ande sempre com um colírio à disposição

- Evite ambientes fechados e com grande concentração de pessoas

Além de desencadear alergias, o mau funcionamento da mucosa também pode fazer com que bactérias e vírus passem despercebidos pelo canal de entrada do sistema respiratório. 

Para evitar complicações, é importante que a vacina da gripe esteja em dia, deixando de lado o mito de que a imunização contra os vírus da gripe faz mal.


Fonte: Ricardo Souza Queiroz - alergista e imunologista

Afinal, de quem é a culpa?

                          

A sequência de escândalos e mal feitos apresentados pela mídia no Brasil não para. Da pela Lava Jato, compra da refinaria de Pasadena pela Petrobrás nos Estados Unidos, estouro da barragem de Mariana e o consequente desastre ecológico e, por fim, o rompimento da barragem do Córrego do Feijão, próximo a Brumadinho que, além de afetar e agredir de novo o meio ambiente local, ceifou centenas de vidas.

A pergunta que fica é: Afinal, de quem é a culpa? Em determinados casos é possível apontar o dedo para aqueles que, por seus atos, foram os causadores da malfeitoria. Em outros casos nem sempre é possível.

Nas grandes corporações o Conselho de Administração e o seu papel em relação ao ocorrido são conectados imediatamente.

E, sem dúvida nenhuma, os Conselhos nas Sociedades Anônimas de capital aberto, carregam em seus ombros a responsabilidade última do que acontece nas empresas. Os Conselhos são o pivô central daquilo que chamamos de governança corporativa, obrigados a defender os interesses da empresa e zelar pela transparência e prestação de contas das organizações que tutelam. 


Cada vez mais, os Conselhos devem seguir normas e regras, estabelecidas pela Bolsa de Valores ou sugeridas pelo IBGC (Instituto Brasileiro de Governança Corporativa), para que os acionistas se sintam mais seguros de que um grupo de pessoas está zelando e cuidando da lisura e o bom andamento dos negócios e, em consequência, do capital investido nas empresas.

O mercado financeiro quer se garantir ao máximo de malfeitos e fraudes como os que têm abalado o cenário das grandes corporações das últimas décadas. Não menos importante são outros riscos a que as empresas podem estar expostas, tais como os riscos ambientais e humanos ou enormes danos causados por falhas de suas operações. Deste últimos praticamente não se fala, embora eles causem grandes prejuízos aos seus acionistas e aos demais envolvidos direta ou indiretamente na operação.

Todos os Conselhos são obrigados a elaborar e apresentar seus Regimentos Internos. Se tivermos paciência e buscarmos estes Regimentos, encontraremos peças muito bem elaboradas do ponto de vista jurídico mas com lacunas. Na realidade, o cotidiano vai nos ensinando e certamente nos obrigando a aprimorar o funcionamento das organizações e seu respectivo ferramental de trabalho. 

Os Regimentos Internos definem quem deve integrá-los. São mencionados Conselheiros internos, externos ou independentes com boa reputação que compõem este órgão. São listados o número de reuniões, a forma de se tomar decisões e remuneração do conselho, etc.. No meu modo de entender o Regimento Interno poderia ser aprimorado. Por exemplo, as grandes corporações deveriam apresentar um “ Mapa de Riscos “ onde seriam listados em ordem prioritária os grandes riscos operacionais, ambientais e outros que poderiam eventualmente ocorrer nas empresas.

Basta lembrar o caso da Vale, uma empresa que apresenta grandes riscos ambientais ou a própria Petrobrás que, por um problema qualquer, pode se tornar uma grande destruidora do meio ambiente.

Imaginemos a obrigatoriedade destas empresas a apresentarem seus mapas de risco, entre outros, para a Bolsa de Valores ou bancos de fomento e darem assento em seus Conselhos e comitês a pessoas capacitadas e experimentadas nas áreas vulneráveis!. Certamente uma série de Conselheiros que apenas se preocupam nas fraudes financeiras, bom relacionamento com o mercado de capitais e lucratividade das empresas teriam que compartilhar seu lugar com especialistas que, no frigir dos ovos, dariam maior garantia de Boa Governança Corporativa aos acionistas.

É mais do que urgente passar a dar amplitude às áreas de especialização dentro dos Conselhos de forma a realmente garantir uma boa e integral Governança para a empresa.


Fonte: Thomas Lanz - fundador da Thomas Lanz Consultores Associados, empresa especializada em governança corporativa, gestão de empresas médias e grandes no Brasil. 

Como conquistar clientes em feiras de negócios?



As feiras de negócios são uma importante frente de ação na busca por novos clientes. Tanto é que, a maioria das empresas já participou ou participa com certa periodicidade de alguns desses encontros. Apesar disso, esse é um investimento caro, e é imprescindível que ele traga retorno. No entanto, fechar novos clientes após uma feira é sempre algo complexo. Para isso, o ideal é ter uma estratégia muito bem definida.

A busca pelos prospectos começa antes mesmo do evento. A empresa precisa comunicar a sua participação, ajudando a levar público para o local. Nesse sentido, é interessante fazer uso de boas ferramentas de comunicação, como e-mails marketing, distribuição de convites vip para pessoas estratégicas e promoções.

Outra questão importante é usar as feiras, que representam um momento de grande proximidade com o público alvo, para fazer lançamentos. Apresentar novos produtos ou serviços nessas ocasiões, além de um forte apelo de marketing, ajuda a empresa a testar a aceitação das novidades que ela está planejando levar ao mercado. Os visitantes podem oferecer uma espécie de termômetro sobre os planos da empresa.

Já no estande, durante os dias de evento, é imprescindível que o expositor tenha um bom material impresso, brindes e promotores disponíveis para atendimento. Não há nada mais desagradável do que ter interesse em conhecer uma empresa que está sempre com os atendentes ocupados. Se possível, também é interessante levar pessoas estratégicas para o local, como celebridades ou palestrantes de renome.

Nesse momento, é necessário ainda que a empresa tenha uma forma de fazer a captação dos dados do visitante. É importante ter um formulário ou outro meio de coletar informações relevantes, que ajudarão no trabalho pós-feira. As estratégias vão depender se a empresa e B2B ou B2C, mas independentemente disso, é indispensável criar uma forma de fazer com que os relacionamentos não morram na sequência.

Com esses dados, o próximo passo é classificar os contatos por relevância, sempre com olhar voltado para o maior lucro no menor tempo possível. Terminada a qualificação, faça um ranking dessa importância e inicie as ações para os 20% de maior relevância. Em seguida, parta para os próximos 20%, e assim por diante.

Uma dica valiosa é ter à mão uma promoção, algo exclusivo para quem compareceu ao evento. É preciso oferecer algo que possibilite um contato muito mais próximo do cliente potencial com seu produto. Essa parcela inicial é a mais estratégica e, portanto, vale a pena investir um pouco mais, talvez até enviando algo físico a fim de tangibilizar a relação. Algo como um brinde que chame a atenção, que faça sua empresa ser lembrada. Pode ser um cupom de desconto ou um convite para um próximo evento, onde poderão estreitar ainda mais o relacionamento.

A peça enviada deve contar, obviamente, com uma carta que comente a feira, agradeça o contato e coloque sua empresa à disposição de ajudá-lo daqui em diante. Feito isso, o contato telefônico por sua equipe de vendas, é a próxima etapa. É importante retomar a conversa começada na feira, ressaltando a importância do evento para iniciar o assunto. É preciso contar com um bom discurso de vendas para seguir a conversa. Caso haja uma abertura, busque marcar uma visita, uma reunião.

As conversas seguintes serão uma questão de intensificar o relacionamento. Siga seu processo de vendas, sempre tendo informações para mostrar que conhece bem seu prospecto e que a relação de vocês é importante. Agora, está nas mãos de sua equipe de vendas. Se vocês tiverem bons vendedores, o prospecto chegará mais aquecido, o que garantirá menor esforço para fechar um negócio. Uma das chaves para se fechar um bom negócio é mostrar diferencial, e isso se constrói através dessa intimidade. Alimentando esse contato em longo prazo, suas feiras serão muito mais produtivas.

                                                     
Fonte: Denis Luna - empresário, treinador de empresários e sócio da ActionCOACH São Paulo.