sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

Guarda Golf Hotel é ideal para férias sofisticadas e relaxantes na Suíça



O elegante Guarda Golf Hotel & Residences, em Crans-Montana, na região dos Alpes suíços, é o refúgio ideal para quem precisa de uma pausa na rotina para relaxar o corpo e a mente. O empreendimento garante serviços exclusivos aos hóspedes, que vão desdeprovidenciar esqui passes e reservas nos restaurantes locais mais concorridos até experiências revigorantes em seu spa.

Após um dia praticando esqui e snowboard, durante a temporada de inverno, ou caminhando por trilhas com paisagens espetaculares, durante o verão, os visitantes podem escolher entre descansar em um dos 24 apartamentos delicadamente decorados com vistas para as montanhas ou então em um dos sete novos apartamentos-suíte, que possuem três suítes cada, sala de estar e de jantar e cozinha. 



Ainda, pode-se curtir o fim do dia na piscina coberta e na sauna, assistir ao seu filme favorito no cinema privé, jogar uma partida de golfe e provar deliciosos pratos da culinária japonesa no restaurante Mizuki by Kakinuma. Tudo sem sair do hotel.

Uma ótima novidade é o programa de desintoxicação concebido pela médica Zana Fijan, especialista em nutrição e em tratamentos detox. A terapia personalizada utiliza técnicas de biorressonância para avaliar o estado geral do visitante. 



A partir da análise são montados um cardápio e uma rotina de exercícios, como parte de um pacote que também inclui massagens e tratamentos de beleza do Guarda Golf Spa. Com esse mix de procedimentos, há um visível ganho de bem-estar e vitalidade, refletidos em um melhor padrão de digestão e de sono e em uma pele radiante, por exemplo.


Fonte: Daniel Ramirez 

Cinco razões para você ficar de olho no mercado de loteamentos



O loteamento, também conhecido como bairro planejado, é um dos tipos de empreendimentos imobiliários mais tradicionais do mercado. Existente há mais de 100 anos no Brasil, esse mercado foi responsável pela criação e expansão das cidades como as conhecemos hoje. Na cidade de São Paulo e nas cidades da Região Metropolitana da capital temos alguns exemplos: Alphaville, entre Barueri e Santana de Parnaíba, e o City Jaraguá, bairro planejado na zona oeste paulistana.

A Glebba Investimentos é um fintech pioneira e permite que pequenos investidores possam participar de crowdfunding imobiliário com base na venda das unidades habitacionais desses bairros planejados. Além disso, resolve dois problemas: primeiro, as incorporadoras podem captar dinheiro para os empreendimentos com diversas pessoas, evitando ficar refém de grandes investidores e, segundo, qualquer pessoa acima de 18 anos pode melhorar suas finanças com um investimento acessível.

Pensando nisso, a Glebba apresenta cinco pontos sobre os loteamentos para tirar dúvidas sobre o mercado e explicar um pouco mais sobre o setor. Veja abaixo 5 motivos pelos quais os pequenos investidores deveriam começar a ficar atentos a esse mercado:

1. O mercado de loteamentos é quase tão grande quanto o de incorporação:

Falou de incorporação, todo mundo sabe do que se trata. Todos os prédios, residenciais ou comerciais, e os condomínios de casas são exemplos de incorporações imobiliárias. Mas você já parou para pensar que esse prédio um dia já foi um terreno? E esse terreno um dia já foi uma fazenda rural? Pois é, em algum ponto no passado, essa área passou pelo processo de loteamento.

De acordo com o Sindicato da Habitação do Estado de São Paulo (SECOVI-SP), nos anos de 2015 e 2016, apenas no Estado de São Paulo, foram lançados 63,9 mil lotes para comercialização, frente a 109,6 mil apartamentos ou casas de condomínio.

Por serem o produto da transformação de áreas rurais em urbanas, não encontramos muitos loteamentos em grandes metrópoles, como São Paulo ou Rio de Janeiro, pois são municípios com pouca área rural remanescente. Mas basta analisar as cidades vizinhas para ver o quão comuns são os loteamentos em todo país.

2. O mercado imobiliário promete para 2019:

O ano de 2019 é bom para se investir em imóveis. Após a última crise, o mercado imobiliário entrou na fase de recuperação no segundo semestre de 2017 e, desde então, o setor só vem mostrando melhoras substanciais, em especial nas vendas, de acordo com Gustavo Milaré, advogado, mestre e doutor em Direito Processual Civil. 

Uma prova disso é que, segundo a Associação Brasileira de Incorporação (Abrainc), no primeiro semestre de 2018, houve aumento de 52% no número de unidades comercializadas na cidade de São Paulo, em comparação ao mesmo período de 2017.

Além disso, fatores como a inflação em baixa, a diminuição da taxa de juros e de financiamento, o aumento do Produto Interno Bruto (PIB) Nacional e, principalmente, a regulamentação da Lei de Distrato sancionada em dezembro de 2018 fizeram com que o índice de confiança de empresários e consumidores atingisse níveis altíssimos.

3.O setor de loteamentos resiste muito bem a qualquer tipo de crise econômica:

Mesmo em tempos de crise, o setor de loteamentos continua se mostrando seguro. Isso se dá pois o preço de um lote é inferior ao preço de uma casa ou apartamento para um mesmo público. Esses baixos preços permitem que os consumidores adquiram um imóvel próprio mesmo com a crise, e também atrai consumidores que têm o sonho do imóvel próprio mas, com a crise, não têm condições de adquirir uma casa ou um apartamento.

4. Loteamentos podem ser mais rentáveis do que incorporações para o empreendedor:

Por possuir um custo de obra muito menos expressivo do que o custo de incorporação, os loteamentos conseguem atingir rentabilidades superiores aos empreendimentos de incorporação imobiliária, mesmo com preços de venda mais baixos. Isso faz com que o investimento nessa modalidade de empreendimento imobiliário seja muito interessante.

5. Os loteamentos fomentam a economia local:

A criação de um bairro planejado tem um impacto enorme para uma cidade. Sua implantação beneficia não só seus futuros moradores, como toda a população do município, pois cria uma nova centralidade, levando infraestrutura a uma região da cidade que, até então, não a possuía.
Isso cria muitas oportunidades para comerciantes e prestadores de serviço locais e regionais desenvolverem seus negócios nas proximidades do empreendimento, ou mesmo dentro dele, o que agrega valor tanto para o próprio bairro planejado como para os bairros vizinhos.


Fonte: Mariana Tanaka - engenheira civil pela Escola Politécnica da USP, com especialização em planejamento urbano, meio ambiente e transportes pela École des Ponts ParisTech e pós-graduação em Marketing e Comunicação Digital pela ESPM.

Para turbinar o cérebro


A vontade de uma vida longa com lucidez e independência estimulam, cada vez mais, pesquisas na área de saúde cerebral. Dentre elas, tem-se observado evidências cientificas sobre os benefícios de nutrientes, como, por exemplo o ômega 3, p complexo B e a curcumina, na função cerebral.

Márcia Simões Kornin, diretora e membro da equipe médica da Eden Clinic, explica que a curcumina e o ômega 3 apresentam benefícios anti-inflamatórios, atuando como ativadores da função circulatória geral: diminuem o risco de doenças vasculares e melhoram fluxo sanguíneo cerebral. “Esses pontos estão relacionados a melhora da função cognitiva”, afirma.

“A reposição e manutenção de níveis adequados de ácido fólico (vitamina B9) estão relacionados com menor risco de Alzheimer”, explica Márcia, e afirma que junto à vitamina b12, o ácido fólico, tem ação contrária a homocisteína, “um aminoácido produzido pelo organismo relacionado há um aumento de doenças cardiovasculares, níveis ideias delas portanto representam menores chances de AVC (acidente vascular cerebral), protegendo os neurônios de danos causados pela homocisteína no cérebro”.

A médica, para auxiliar aqueles que desejam adicionar estes nutrientes à sua alimentação diária, comenta que é possível encontrar o ômega 3 em peixes, na chia, na linhaça, nas oleaginosas, na leguminosas, dentre outras. 


“Já o ácido fólico está nos vegetais escuros, aspargos, brócolis, frutas cítricas, abacate, quiabo, etc. e a vitamina B12, por sua vez, esta presente nos mexilhões, caranguejo, carne vermelha, salmão, peru, ovo, frango, fígado, whey protein, dentre outras opções”.

Agora é só correr, fazer as compras e incluir esses alimentos em seu cardápio.


Fonte: Dra. Marcia Simões 

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

A formação educacional e o mercado de trabalho


Estar preparado para enfrentar um mercado de trabalho em constante mutação é o desafio das novas gerações. Somado a isso, é preciso conhecimento e estrutura para enfrentar as crises cíclicas na economia, que afetam diretamente o emprego. É fundamental ter uma boa formação educacional em um país que atualmente registra mais de 13 milhões de pessoas desempregadas. 

Dados da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) mostram que 13,7% dos adultos que não concluíram o Ensino Médio ficaram desempregados; enquanto que entre os que têm nível superior completo, este índice foi de apenas 5,3%. Isso comprova que a taxa de desemprego de indivíduos que interromperam seus estudos na educação básica foi quase o triplo da registrada entre aqueles que terminaram uma faculdade.

Os índices são preocupantes. Mais da metade dos adultos brasileiros não chegam ao Ensino Médio. E falta mão de obra qualificada. Para piorar, o país não investe no Ensino Profissional. Sem educação de qualidade, a parcela mais pobre do país não tem acesso a um bom emprego. Sem falar no retrocesso: programas educacionais como o FIES tiveram as vagas reduzidas e o MEC encerrou o programa Ciência Sem Fronteiras na modalidade de cursos para graduação.

Aliado à falta de apoio governamental para a Educação, vivemos em um país com extrema desigualdade social, com altas taxas de violência e serviços básicos precários, fatores que influenciam diretamente no tempo de escolaridade. Muitas vezes a necessidade do sustento fala mais alto do que os livros e cadernos. Relatório do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) mostra que a média de escolaridade no Brasil é de apenas 7,8 anos.

Muito se fala sobre a reforma do Ensino Médio, que é realmente necessária. No entanto, as deficiências encontradas nos anos finais da educação básica – e que trazem por consequência dificuldades de ingresso na faculdade e no mercado de trabalho – são oriundas, na maioria das vezes, da má formação dos alunos lá atrás, no Ensino Fundamental, que é quando se começa verdadeiramente o aprendizado das diversas disciplinas em sala de aula. Aí está o cerne do problema. Para ingressar no Ensino Médio e ter um bom desempenho, crianças e adolescentes precisam primeiro ter passado por um Ensino Fundamental de qualidade.

É verdade que uma melhora vem acontecendo, a passos lentos, mas vem. O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) tem apresentado médias crescentes ao longo dos anos. Em 2015, por exemplo, a média das notas nos anos iniciais do Ensino Fundamental ficou em 5,5, ultrapassando a meta que era de 5,2. É pouco ainda, mas já indica um avanço.

Não há receita de bolo, ou melhor, existem várias receitas, mas falta o principal: o comprometimento do Governo com a Educação. Para começar uma mudança profunda, não se pode deixar de fora aqueles que exercem o papel mais importante em todo o processo de transmitir conhecimento às nossas crianças: os professores. Alguns deles, também, são mal formados. 

O censo do MEC mostrou que 15% dos docentes da Educação Básica não têm ensino superior. Desmembrando esse número, vemos que na Educação Infantil, 6,2% dos professores estudaram somente até o Ensino Fundamental e 18,1% não terminaram nem o Ensino Médio. Já no Ensino Fundamental, 3,7% dos professores que estão lecionando não terminaram nem o Ensino Médio e 5% deles estudaram só até essa etapa. Cursando o ensino superior, são apenas 6% dos educadores.

As prefeituras, responsáveis por 61,3% das escolas brasileiras, têm que arregaçar as mangas! É preciso oferecer cursos de formação e atualização para nossos educadores, dando condições para que eles desenvolvam aulas mais completas e ricas de conteúdo, tendo, inclusive, a tecnologia como aliada. 

Eles precisam ter acesso a uma metodologia atualizada de ensino, moderna e instigante, que contribua não só para transmitir os conteúdos didáticos tradicionais, mas que desenvolva também nos alunos a criatividade, a vontade de ler e de buscar novos conhecimentos, habilidades cognitivas e sócio emocionais fundamentais para prepará-los como cidadãos e para o novo mundo do trabalho.


Fonte: Luis Antonio Namura Poblacion - Presidente da Planneta , engenheiro Eletrônico pelo ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica); com especialização em Marketing e Administração de Empresas e MBA em Franchising. Atua na área de educação há mais de 35 anos.