terça-feira, 27 de outubro de 2020

Os belos jardins da Ilha da Madeira



Com uma localização privilegiada e solo vulcânico, a Ilha da Madeira conta com clima de primavera o ano inteiro, o que proporciona condições perfeitas para o cultivo de variados tipos de flores e plantas, mesmo espécies vindas de outros países. 

Por isso, o destino português possui uma enorme quantidade de parques e jardins cuidadosamente tratados, que convidam a um passeio de relaxamento e contemplação da natureza.

Em um momento muito propício para as atividades ao ar livre, esses lugares são uma ótima pedida para testemunhar cores e aromas diferentes e admirar parte dos encantos naturais desse magnífico destino. 



São tantas opções, que há até um aplicativo chamado Madeira Gardens, com informações sobre localização e horário de funcionamento. 

- Confira!

Parque Santa Catarina:

Construído em 1966, o parque possui 36 mil metros quadrados com inúmeras espécies de plantas e flores, um lago com cisnes e patos, e uma infinidade de atividades para curtir a natureza, como caminhar por entre os canteiros, aproveitar a sombra das árvores e admirar alguns monumentos antigos e as estátuas de Cristóvão Colombo e do Infante D. Henrique. 


Ainda há uma capela, construída em 1425, e um café e restaurante que tem uma vista magnífica para a marina e a baía de Funchal. A entrada ao parque é gratuita.

Jardim Botânico:

Atração obrigatória em Funchal, o Jardim Botânico está localizado no interior da Quinta do Bom Sucesso, e conta com uma explosão de cores em seus canteiros em formatos geométricos precisos, além de mais de 3 mil variedades de plantas, incluindo algumas espécies em vias de extinção. Nele, é possível ver boa parte da flora típica regional e, por estar localizado em um ponto alto da cidade, apreciar vistas deslumbrantes. 



Descubra também outros pontos de interesse, como o Museu de História Natural, os lagos, a Casa Típica de Santana, a Furna dos Namorados, entre outros. Os ingressos custam a partir de € 6 para adultos e € 2 para crianças. O melhor meio de acesso é o teleférico. 


Jardim Monte Palace:


Com uma variedade considerável de plantas e flores de diversos países, é um dos lugares mais exóticos e belos da ilha. O jardim tropical possui cerca de 100 mil espécies vegetais, entre azaleias, urzes e árvores diversas, além de espécies típicas dos bosques da Laurissilva e outros exemplares da flora madeirense. 


Há cascatas e lagos com carpas aos longos dos trajetos em pedras, e alguns espaços inspirados na decoração oriental e budista. O jardim tem 40 painéis de azulejos com desenhos que remetem a momentos importantes da história de Portugal e um museu com uma coleção de esculturas africanas, entre outras exposições. 



Localizado no Monte, é acessível também por teleférico, que sai do centro histórico de Funchal. A entrada tem custo de € 12,50 e é gratuita para crianças e jovens de até 15 anos acompanhados de um adulto.

Jardins do Palheiro:

Localizado nas colinas do lado leste de Funchal, a 500 metros de altitude, os jardins estão localizados no interior do complexo Palheiro Estate, que conta com um luxuoso hotel, spa e campo de golfe. Com paisagismo muito elegante, no melhor estilo inglês, acolhe uma vegetação exuberante e muito resistente, dada a umidade do local. 


É possível ver de perto árvores centenárias trazidas de lugares como África do Sul, Reino Unido e Austrália, além de pequenos lagos, uma capela em estilo barroco e uma coleção de camélias. Vale uma parada na Casa de Chá para um lanche rápido. Acesso pago. 


Jardim Municipal do Funchal:

Situado no centro urbano da capital madeirense, é palco de belezas naturais estonteantes é o lugar ideal para fazer uma pausa e relaxar entre as atividades do itinerário de passeios pela cidade. 



No passado, o espaço abrigava o Convento de São Francisco, e hoje acolhe plantas identificadas e originárias de várias partes do mundo. Com 8,3 mil metros quadrados, conta com um pequeno lago com patos e cisnes, um quiosque e um auditório a céu aberto. A entrada é gratuita. 


Sobre a Ilha da Madeira:

Considerado o melhor destino insular do mundo, a Ilha da Madeira é um pequeno paraíso português situado em meio à imensidão do Oceano Atlântico. De origem vulcânica, sua localização privilegiada proporciona clima ameno e mar com temperatura agradável o ano inteiro, além de impressionantes cenários de montanhas, vales e penhascos, todos cobertos pela exuberante vegetação Laurissilva, nomeada Patrimônio Natural da Humanidade pela Unesco. 

O arquipélago é formado por um conjunto de ilhas, sendo as principais e únicas habitadas Madeira e Porto Santo. Há excelentes opções em balneários, monumentos históricos e ótimos hotéis e restaurantes, onde se pode provar a deliciosa gastronomia e os premiados vinhos madeirenses. 


Fonte: Jessica Ferreira

Eficiência para garantir água


A gestão eficiente dos recursos hídricos se tornou um imperativo para garantir a regularidade do abastecimento para a população. A falta de água não é mais uma exclusividade das regiões áridas do Nordeste brasileiro. Ela já está presente nos grandes municípios do Sul, Sudeste, Centre Oeste, entre outras regiões do país.

Por outro lado, o esbanjamento de recursos hídricos nos sistemas de abastecimento das cidades brasileiras representa um contrassenso. A média de perdas chega a 38,45% de toda a água captada, tratada e potável. Além do desperdício do próprio líquido, todas as despesas inerentes ao processo - insumos como energia e produtos químicos - se perdem segundo dados do SNIS (Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento) ano base 2018.

Infelizmente, o índice de perdas dos sistemas de abastecimento de água tem crescido nos últimos anos, saltando de 36,7% em 2014 para 38,45% em 2018. O Brasil também está distante das nações desenvolvidas nesse quesito. A Dinamarca lidera o ranking com o menor índice de perda (6,9%), seguida pela Austrália (10,3), Estados Unidos (12,8) e Reino Unido (20,6).

O Novo Marco Legal do Saneamento, aprovado neste ano pelo Congresso Nacional, traz metas para a redução de perdas de água até 2033 e vai impulsionar o setor de saneamento. As empresas estarão comprometidas com a busca de novas tecnologias, oferecendo soluções capazes de resolver um dos antigos problemas no sistema de abastecimento de água. Uma grande parcela dos municípios brasileiros conta com tubulações antigas, com muitos anos de uso, que reforçam o desperdício, entre outros problemas.

O planejamento de curto, médio e longo prazos deve ser um instrumento indutor do Novo Marco Legal do Saneamento. As companhias brasileiras têm expertise capaz de contribuir com novas soluções, melhorando a eficiência na prestação de serviços e garantindo a sustentabilidade financeira das operadoras de saneamento.

A reversão da curva do desperdício de água representaria uma economia significativa para o setor. Segundo cenário traçado pelo Instituto Trata Brasil, considerando as metas do Plansab (Plano Nacional de Saneamento Básico) com perdas médias em 31%, a economia pode alcançar R$ 13 bilhões até 2033. Uma versão mais otimista, mas ainda conservadora com perdas em 25%, os ganhos líquidos chegariam a R$ 22,8 bilhões.

A hora é de deixar o atraso no passado e avançar nos empreendimentos de saneamento básico, garantindo o abastecimento de água potável para 35 milhões de brasileiros que ainda não contam com esse serviço. A nova legislação vai contribuir para a significativa redução das desigualdades brasileiras, oferecendo para os cidadãos serviços de qualidade. A população merece ser bem atendida nas suas mais básicas necessidades diárias.


Fonte: Ricardo Lazzari Mendes - presidente da Apecs (Associação Paulista de Empresas de Consultoria e Serviços em Saneamento e Meio Ambiente), engenheiro pela Escola de Engenharia de São Carlos da USP e doutor em engenharia hidráulica e sanitária pela Escola Politécnica da USP.

O PIX chegou - entenda as vantagens e cuidados a observar



Os pagamentos instantâneos (PI) e transações entre contas, que será uma alternativa com menor custo que o DOC (Documento de Ordem de Crédito) e a TED (Transferência Eletrônica Disponível) para os usuários.

O PIX permitirá transações 24 horas por dia, 7 dias na semana diferente dos meios atualmente existentes, que possuem limitações de horário e dias em sua operação. Além disso, a transação ocorrerá em poucos segundos, uma evidente vantagem sobre os meios de pagamento atualmente existentes.

Dentre os objetivos do PIX destaca-se a intenção de propiciar melhor competitividade entre instituições financeiras, maior agilidade nas operações e com menores tarifas.

Bancos e fintechs iniciaram o cadastramento de usuários que se utilizarão do PIX, previsto para iniciar as operações em 16 de novembro, de acordo com a determinação do Banco Central. E nesse momento os primeiros problemas surgiram.

Fraudadores montaram falsos sites e domínios para ludibriar pessoas que buscavam realizar o cadastro. O objetivo é obter dados pessoais do maior número de vítimas possível com a intenção de praticar fraudes e outros crimes. Neste momento, este é o primeiro cuidado que deve ser tomado, ao entrar no site do Banco ou fintech para realizar o cadastro, certifique-se de estar no endereço e domínio correto, verifique as chaves de segurança.

Os crimes cibernéticos que se utilizam de plataformas digitais utilizam-se, na maioria das vezes, de um elemento básico: a distração do usuário. A falta de atenção pode propiciar que se acabe entregando dados a criminosos.

Movimentos disruptivos e que alteram um cenário habitual para usuários, como deve ser o caso do PIX devem ser cercados de segurança e cuidados adicionais. Podemos nos lembrar de quando cartões bancários começaram a substituir o dinheiro, a dificuldade de muitas pessoas em operar no novo cenário e os fraudadores que disfarçados de pessoas com intenção de ajudar, capturavam dados e senhas pessoais.

Da mesma forma, a chegada do PIX deverá ser acompanhada por muitas tentativas de fraudes e golpes contra os usuários. E há uma primeira brecha que deverá ser solucionada pelo Banco Central para se evitar crimes, segundo o regulamento, se você receber um PIX e a pessoa que enviou o dinheiro alegar se tratar de uma fraude, o Banco Central poderá retirar o dinheiro de sua conta sem sua autorização.

Essa possibilidade de reversão do PIX nessa hipótese pode ser um dificultador para sua aceitação no varejo, pois o prejuízo em caso de transações fraudulentas seria do estabelecimento comercial.

Este tipo de reversão da operação, conhecido como Chargeback causa preocupações e faz com que o mercado busque formas adicionais de segurança para impedir transações fraudulentas. Por outro lado, boa parte das medidas de segurança passam por obter maiores dados do comprador, como biometria facial ou Touch ID, o que de acordo com a lei de proteção de dados só pode ser fornecido com consentimento de seu titular.

Por esses motivos a Abranet (Associação Brasileira de Internet) entende que o prazo de implementação deveria ser postergado para que as empresas possam arcar com custos de tecnologia e pessoal para garantir a segurança dos usuários pois o planejamento inicial de preparação foi afetado pela pandemia e fatos extraordinários deste ano.

A solução proposta é a de que o cronograma de adesão obrigatória para as empresas seja estendido até agosto de 2021 e que antes disso a adesão seja voluntária. Mas até este momento a data prevista não foi alterada e o PIX deve operar a partir de 17 de novembro.

                                                


Fonte: Francisco Gomes Junior - advogado

Casos mais comuns de alteração de nome e sobrenome


A nomeação de uma pessoa acontece logo após o nascimento, nesse momento é decidido de forma simples como um bebê vai se chamar, levando nome e sobrenome. No entanto, ao longo dos anos, o indivíduo pode ter alguns problemas com essa questão e passar a querer alterar o nome que lhe foi dado a princípio, e isso é totalmente possível.

No primeiro momento, é necessário entender que nomes costumam ser divididos em duas partes, prenome e sobrenome e ambos podem ser alterados.

E esses casos ocorrem com bastante frequência e por diversas razões. A mudança de nome pode ocorrer por diversos motivos, pode ser por falta de identificação com o nome atual, por causar algum tipo de constrangimento, por querer adequar ao apelido por qual é conhecido e também pode ser por conta de transições de gênero sexual.

Já a mudança de sobrenome pode ser relacionada ao acréscimo deles, como os dos pais ou avós, pois algumas pessoas podem achá-los mais bonitos e optam pelo sobrenome de um antepassado.

Existem duas situações em que o nome pode ser alterado sem a ocorrência de um processo judicial. A primeira opção é realizar a mudança no primeiro ano após completar a maioridade (18 anos), a segunda é durante o registro de casamento e ambos podem ser feitos em cartório de maneira simples. No entanto, quando se tratam de outras situações, a alteração pode necessitar procedimentos mais complexos.

Atualmente, a alteração de sobrenome após o matrimônio ocorre com menor frequência do que há alguns anos atrás. Mas há alguns casos incomuns, onde as mulheres, após o casamento, sentiram o desejo de adicionar o sobrenome do cônjuge e realizaram o procedimento judicial para isso.

Assim como qualquer outro processo judicial, essa circunstância também tem certa complexidade. É algo formal e precisa ser levado até o conhecimento de um juiz. Sem os procedimentos corretos, o processo pode ser julgado como improcedente. Por essa razão é ideal ter um advogado que conhece a questão. No entanto, dentre os processos judiciais, esse é relativamente mais simples.

Há também casos delicados, como os de abandono afetivo, em que uma pessoa opta por fazer a remoção do sobrenome do genitor. Esse processo é possível, mas por cautela, é necessário que haja a comprovação do abandono. Alguns casos de alteração de nome e sobrenome podem ter uma carga emocional e por isso precisam ser tratados com mais cuidado, como os de abandono afetivo e também a adição de sobrenomes de padrastos e madrastas.

Em todos os casos, o ideal é consultar um advogado especialista para seguir com o processo de maneira clara e da melhor forma possível.

Fonte: Pedro Henrique Moral - advogado