quinta-feira, 9 de julho de 2020

Uma viagem virtual a cinco importantes museus do mundo


Visitar museus é sempre um programa obrigatório quando se viaja. Mas, nestes tempos de pandemia, as viagens continuam sofrendo restrições e esses espaços de cultura seguem fechados. Ainda assim, é possível visitar importantes museus do mundo, conhecendo ao menos algumas de suas exposições ou mesmo fazendo um tour virtual por suas instalações ou acervos. Dessa forma, dá para pelo menos matar a sede por um pouco de cultura. 

- Veja o top cinco museus do exterior para visitar:

. Museu do Louvre
– não se poderia começar esta lista com outro que não fosse o megafamoso, prestigioso e importante museu parisiense, que tem obras raríssimas e preciosas em seu acervo. Vale, por exemplo, a visita ao setor de antiguidades egípcias, à Pequena Galeria, além de poder ver detalhes da Mona Lisa (https://focus.louvre.fr/en/mona-lisa). 
E tudo isso sem as aglomerações de um dia comum de visita ao museu. Requer instalação do Flash Player.  https://www.louvre.fr


. Museu do Vaticano – o conglomerado de instituições culturais da Santa Sé reúne extensas e valiosas coleções de arte e antiguidades colecionadas por diversos papas ao longo dos séculos. Também é possível ver em detalhes a Capela Sistina, com o famoso David, de Michelangelo. O museu reúne obras de Leonardo da Vinci, Caravaggio e Rafael, entre outros. http://www.museivaticani.va/


. Museu Nacional de Antropologia da Cidade do México – dono de um acervo espetacular, um dos seus maiores destaques vai para a seção dos astecas, onde se encontra a Pedra do Sol, o Calendário Asteca. Também são imperdíveis as esculturas que representam os deuses de Teotihuacán, no centro urbano pré-colombiano localizado a 48 quilômetros da capital mexicana e onde há várias pirâmides. https://www.mna.inah.gob.mx/ 


. Museu Britânico – aberto em Londres 15 de janeiro de 1759, foi o primeiro grande museu público, gratuito, secular e nacional do mundo. Abriga mais de 6 milhões de objetos e obras que são marcos da cultura mundial, como a Pedra de Roseta, que permitiu decifrar os hieróglifos egípcios. É possível conhecer peças do acervo pelo site, bem como ver detalhes das galerias. https://www.britishmuseum.org/ 


. Museu Metropolitano de Arte de Nova York – é considerado um dos maiores e mais importantes museus do mundo. Possui uma importante coleção de pintura europeia dos séculos XII-XX e obras de arte gregas, romanas, egípcias e assírio-babilônicas. No site, vários vídeos estão disponíveis em “Metropolitan em 360º”. Além desses em 360º, há diversos outros vídeos, textos e fotos contando a história das obras do acervo. https://www.metmuseum.org/ 




Fonte: ViajaNet 

Qual a diferença entre Contabilidade e Gestão Financeira?




Diante crise financeira e pandemia, os brasileiros estão procurando se informar melhor para gerenciar os negócios de forma que o prejuízo não seja irreparável.

Os termos Contabilidade e Gestão Financeira vieram à tona em vista que são essenciais para os donos das empresas. Saber a diferença entre eles evita a confusão na hora de contratar um profissional que cuide das finanças.

A contabilidade se encarrega de deixar a sua empresa em conformidade de acordo com a legislação vigente, como por exemplo entregar as obrigações acessórias junto ao Fisco, apuração de impostos, cálculo da folha de pagamento, emissão das demonstrações contábeis. Alguns escritórios/contadores oferecem consultoria/aconselhamento auxiliando também na gestão do seu negócio’.

Entretanto, para saber quanto a empresa precisa vender para não ter prejuízo, quanto tem a receber, a pagar, e quais são os gastos que precisará desembolsar nos próximos dias, semanas, meses, o empresário precisa também fazer a gestão financeira do seu negócio para ter tempo hábil para a tomada de decisões, planejamento, organização e controle sobre a situação financeira da empresa.

Por estes dois conceitos serem complementares, também é importante que a empresa utilize um software integrador que auxilie no acesso das informações necessárias.

Essa integração auxilia no processo de tomada de decisão, já que permite que ela seja fundamentada em dados sólidos. Aliada à contabilidade, a gestão financeira fornece subsídios para que o gestor tome decisões mais assertivas e distribua os recursos de maneira mais adequada.

Quando as duas são realizadas de forma efetiva, a organização consegue aproveitar as melhores oportunidades e identificar as possíveis ameaças que possam causar problemas sérios.

Contabilidade e Gestão Financeira são fundamentais para o sucesso da empresa e você pode contar com parceiros de negócios para auxiliar com esse controle.


Fonte: Gisele Machioski

Desafios da mineração no século 21: Gestão eficiente dos recursos minerais x preservação do meio ambiente


São notórios os desafios vividos atualmente pela atividade da mineração. As recentes tragédias causadas pelo rompimento das barragens de rejeitos do Fundão, em Mariana, bem como a da Mina do Feijão, em Brumadinho – ambas em Minas Gerais, ocorridas em 2015 e 2019, respectivamente – atraíram os olhares do mundo inteiro para os procedimentos utilizados pelas mineradoras brasileiras na explotação de recursos minerais.

A partir disso, em razão do grande número de mortes provocadas em vidas humanas e dos enormes danos ambientais – na fauna, flora, rios, nascentes, patrimônio histórico e dentre outros –, algumas pessoas e críticos têm se posicionado contra a sua própria existência.

Vale lembrar que posições radicais a respeito da atividade minerária, ignoram a sua importância na vida das pessoas e, principalmente, da sociedade moderna. Os recursos minerais são fundamentais para a realização de grande parte do que hoje se classifica como necessidades humanas. No entanto, usualmente, quando se remete ao termo e à atividade de mineração, o homem médio a associa, sobretudo, a extração de minério de ferro e ao ouro.

Certamente, o destaque dado ao primeiro tipo de minério citado, se deve ao fato de que o mesmo possui forte representatividade na balança comercial do Brasil, correspondendo a 68% das exportações minerais do país, ou US$ 19,2 bilhões, segundo dados do Instituto Brasileiro da Mineração (IBRAM) em 2017. 

O ouro, por outro lado, é reconhecido pela sua importância desde os idos do Brasil Colônia, cuja relevância à época foi um dos fatores que estimularam os povos europeus a cruzarem o Oceano Atlântico, em busca de riquezas.

Entretanto, a importância da mineração vai muito além, já que abrange não só a extração do minério de ferro e pedras preciosas, mas também de diversas outras substâncias como o calcário, mármore, cobre, areia, gnaisse, água mineral, terras raras, e também os denominados minerais energéticos, como o urânio, o gás natural e o petróleo. 

A falta da mineração no Brasil e no mundo impactaria fortemente não só o estilo de vida do ser humano moderno, como também a sua saúde e trabalho, independentemente da área ou setor produtivo em que atua.

A título de exemplificação, cabe mencionar que os prédios, casas, medicamentos, equipamentos eletrônicos, computadores, cosméticos, medicamentos, máquinas de todos os tipos e fertilizantes, são fabricados por meio de produtos da mineração ou sofrem direta influência desta atividade. Daí surgiu o grau de essencialidade que lhe foi justamente concedido.

Tamanha a revolução que causou à vida humana, é verificada pela divisão da história do ser humano, que é dividida pelos historiadores em Pré-História, Idade Antiga, Idade Média, Idade Moderna e Idade Contemporânea. A primeira delas, é subdividida em Idade da Pedra e Idade dos Metais. Por sua vez, a Idade dos Metais se desdobra em Idade do Cobre, do Bronze e do Ferro, tendo sido o marco no qual o ser humano começa a dominar a técnica da fundição e que viria a diferenciá-lo como espécie.

Não bastasse isso, a geração de empregos no setor mineral é alta, ocasionando um forte ganho social ao país. Segundo registrou o antigo Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) – agora intitulado Agência Nacional de Mineração (ANM) – por meio da consolidação dos Relatórios Anuais de Lavra, referentes ao ano-base de 2011, o número de mineradoras era de 8.870, nos regimes de concessão de lavra e licenciamento. A mão de obra direta empregada foi de 175 mil trabalhadores, representando 4% do Produto interno Bruto (PIB) e contribuindo com 25% do saldo comercial brasileiro.

A partir disso, a Secretaria Nacional de Geologia, Mineração e Transformação Mineral, do Ministério de Minas e Energia, por meio de estudo elaborado, considera que o efeito multiplicador de empregos é de 1:13, totalizando cerca de 2,2 milhões de trabalhadores diluídos na cadeia produtiva. Esse número, comparativamente, corresponderia a mais de 10% da população total de Minas Gerais ou mais de 1% da população brasileira.

Convém ressaltar também o impacto gerado pela mineração a título de pagamento de royalties, por meio da CFEM, que se trata de uma compensação financeira pela exploração de recursos minerais. A Constituição Federal de 1988 determinou que o valor deveria ser pago à União, estados, Distrito Federal, municípios e aos órgãos de administração da União, a título de participação nos resultados da lavra. 

Apesar da alíquota aplicada variar de acordo com a substância mineral, cerca de 65% do valor recolhido é destinado ao município produtor, o que impacta substancialmente o orçamento dos municípios mineradores e, por consequência, reflete na qualidade de vida, saúde, educação e segurança da população local.

Portanto, dado o grau de importância do meio ambiente, bem como a essencialidade da mineração, e partindo de noções da economia ecológica, uma gestão eficiente da atividade minerária deve ser exercida com a noção de que para a sua continuação e o deleite dos produtos finais gerados por suas matérias-primas, é preciso observar a preservação ambiental como fator fundamental, já que a existência humana depende da mesma. 

Para tanto, as mineradoras devem repensar os seus métodos e procedimentos utilizados, investindo em tecnologias e técnicas sustentáveis, bem como o poder público deve realocar maiores quantias para os órgãos de proteção ao meio ambiente, propiciando-lhes assim uma maior eficiência na prevenção e combate à degradação ambiental.


Fonte: Henrique Seabra - advogado do Grupo MBL e especialista em Direito Ambiental

A importância de liberar do corpo os registros de situações vividas


Muitas pessoas ainda não possuem a consciência de que todas as escolhas feitas na vida possuem um motivo. Os parceiros românticos, a carreira, os lugares visitados, as roupas e o cabelo, nada é escolhido por acaso, tudo tem um motivo.

Muitos desses motivos que estão presentes dentro de todos nós, vem da nossa infância, da forma que presenciávamos os nossos pais fazendo escolhas. E mesmo que mudemos a cor do ‘casaco’, ele continua sendo o mesmo casaco”.

É importante que todos analisem na própria vida, onde estão repetindo os padrões, as vezes achando que estão fazendo diferente, mas no fim obtendo resultados iguais.

Muitas doenças também, que são consideradas genéticas, as vezes são só repetições das mesmas escolhas, “Todos na família possuem diabetes, então eu também vou ter”. Isso é uma questão muito mais de comportamento, de observar como que a família lida com o tipo de situação que ocasiona o sintoma.

Como seria então obter consciência a partir de hoje, de que tudo são escolhas? De que ‘matar um leão por dia’ sem achar que possui escolha, já é em si uma. Tudo o que é feito na vida é uma construção de acontecimentos perante as escolhas que foram realizadas.

Assim, a partir deste momento você pode tomar consciência dos seus atos e começar a escolher diferente e se empoderar, para que você mude o padrão.

Inúmeras ferramentas, verbais, psíquicas e treinamentos, podem ser utilizadas neste processo, e inclusive retirar o registro desses padrões do corpo. A Reprogramação Biomuscular, a Descompressão Tecidual, as Barras de Access, são algumas dessas ferramentas.

Além de você tomar consciência do que esta acontecendo, é muito importante que você retire esses registros do corpo, pois se não os padrões irão continuar acontecendo infindavelmente.


Fonte: Bianca Drabovski Chemin