sexta-feira, 16 de abril de 2021

Hotéis de luxo pelo Brasil para se hospedar uma vez na vida



O Brasil possui uma infinidade de destinos e atrações que agradam até os mais exigentes, principalmente no quesito hotel de luxo. Este tipo de hospedagem cai cada vez mais nas graças dos brasileiros, já que além de descanso, oferecem experiências inesquecíveis e também todo o conforto que um hóspede pode desejar.

Neste tipo de viagem, a propriedade por si só já é uma atração fabulosa. Para aqueles que buscam viver toda essa exclusividade, seja para uma escapada de fim de semana ou uma hospedagem de sete noites.

- Belmond Copacabana Palace:

Um ícone da hotelaria brasileira localizado na cidade do Rio de Janeiro, o Belmond Copacabana Palace é recheado de história e requinte. Inaugurado em 1923, é dono de uma arquitetura atemporal e glamorosa, com um serviço esplêndido (incluindo o de praia) e quartos que esbanjam conforto. 



O hotel ainda convida ao descanso com uma das vistas mais cobiçadas da capital carioca: a praia de Copacabana. Aproveite para provar a gastronomia estrelada dos restaurantes MEE e Ristorante Hotel Cipriani.



- Carmel Taíba Exclusive Resort:

Nesta propriedade, o sossego e a tranquilidade ditam o ritmo. Situado em uma vila de pescadores, a 75 quilômetros de Fortaleza, no Ceará, o Carmel Taíba Exclusive Resort conta com um design único, incrustado em um rochedo que se projeta sobre o mar. 



Os quartos são divididos em cinco tipos de vilas e todas as suas suítes possuem decoração minimalista, vista para a estonteante natureza e foram projetadas para proporcionar as melhores sensações aos hóspedes. Os hóspedes podem aproveitar o Spa Carmel by Caudalie, que traz toda a tecnologia da marca francesa aos serviços sofisticados que induzem ao relaxamento e bem-estar.

- Castelo Saint Andrews:

Com arquitetura impressionante que remete aos exclusivos castelos europeus, a propriedade localizada em Gramado, no Rio Grande do Sul, é o único exclusive house do Brasil e faz parte da associação Relais & Châteaux, o que certifica toda a sua sofisticação. Possui apenas 19 suítes, de estilos variados e muito elegantes, com vistas magníficas para as montanhas. 


Com uma sofisticada gastronomia autoral, o menu é personalizado, inspirado nas preferências dos hóspedes. Todos os detalhes do hotel foram elaborados sob medida, para que cada momento seja especial e inesquecível.


- Fasano:

Um dos nomes mais tradicionais da hotelaria de luxo do Brasil, a rede Fasano tem propriedades magníficas espalhadas pelo país. Seus hotéis oferecem experiências incríveis, desde relaxantes tratamentos em seus spas até campos de golfe exclusivos, além de passeios náuticos e aulas de equitação. 



A história da marca teve início na gastronomia e, por isso, os restaurantes dos hotéis mesclam o legado da culinária de origem italiana com a gastronomia local de cada unidade, em uma atmosfera de sofisticação e conforto. 


A estadia se torna ainda mais especial pelas decorações exclusivas, com assinaturas de ícones mundiais do design e arquitetura. O mais recente lançamento da marca, que está localizado em Salvador, na Bahia possui uma esplêndida vista para a Baía de Todos os Santos.


- Nannai Noronha Solar dos Ventos:

Um dos destinos mais desejados pelos brasileiros, o arquipélago de Fernando de Noronha tem tudo que um viajante pode desejar: muita praia, sol e paisagens naturais intocadas. E uma hospedagem fabulosa também não poderia faltar. Para preencher este quesito é indicado o Solar dos Ventos. 


Esta pousada boutique inspirada em casa de praia é muito exclusiva: possui apenas dez quartos, entre suítes e bangalôs, e está a poucos metros da Baía Sueste, uma das mais preservadas da ilha. A gastronomia do hotel explora a criatividade e o frescor, mesclando os sabores locais e internacionais, e abusando do conceito “farm to table”.



- Palácio Tangará:

Extraordinário oásis urbano situado em um magnífico edifício na capital paulista, o Palácio Tangará foi construído no coração do Parque Burle Max, o que lhe proporciona a maior área ao ar livre da cidade. 


O hotel, que acaba de receber o reconhecimento de ‘Melhor Hotel do Brasil – Gold List 2021’ pela importante revista internacional Condé Nast Traveller, possui quartos e suítes espaçosos que contam com uma decoração contemporânea e vistas incríveis do verde do entorno. 


Os restaurantes proporcionam um verdadeiro show em gastronomia em dois ambientes de extrema elegância.


Fonte: Abreu - agência de viagens especialista em levar turistas aos melhores destinos ao redor do globo.

Como garantir economia no reajuste anual do plano de saúde corporativo?


Até o fim de 2021, os valores de contratação de planos de saúde podem passar por um reajuste de 35%. Essa elevação é impulsionada, principalmente, pela junção das correções de 2020 – adiadas pela Agência Nacional de Saúde (ANS) devido a pandemia – e as deste ano. 

Estes aumentos têm preocupado vários beneficiários e empresas que em meio à atual crise sanitária estão demandando ainda mais dos serviços de saúde. 

No entanto, o que muitos não sabem é que é possível controlar ou mesmo diminuir estes reajustes. Para isso é preciso compreender como estas correções são calculadas.

A porcentagem de reajuste dos planos coletivos empresariais ou por adesão é definida por cada operadora tendo por base o valor da inflação, a oscilação do custo médico-hospitalar (VCMH) e as formas de utilização dos serviços oferecidos às organizações ou empreendimentos.

Na maioria das vezes, a correção deste modelo de plano pode ficar muito acima da inflação econômica registrada em determinados períodos. Isso acontece porque o índice VCMH – responsável pelo cálculo dos custos dos serviços médico-hospitalares – é bem superior ao valor da inflação apresentada pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). 

Esse tipo de ocorrência é bastante comum em vários países ao redor do mundo. Outros fatores que podem elevar o valor da correção são: o envelhecimento populacional, os custos altos dos procedimentos e a implantação de novas tecnologias.

Além do anual existe um outro método de correção para os planos coletivos empresariais ou por adesão: o reajuste por sinistralidade. Ele está vinculado diretamente ao sinistro, que por sua vez, representa qualquer ação ou evento realizado por um beneficiário e que gere custos para a operadora do plano, como por exemplo, consultas médicas, exames, atendimentos de emergência, cirurgias e entre outros. 

A sinistralidade em sua essência pode ser interpretada como uma métrica que sinaliza a relação entre o prêmio – a receita obtida pela operadora com os seus contratos – e os custos dos contratos para a operadora.

Cada vez que uma pessoa aciona o plano de saúde para agendar qualquer procedimento, este ato é caracterizado como sinistro. 

Calculado a partir da comparação dos valores de receita versus as despesas geradas, esse reajuste é empregado para contrabalançar e equilibrar os gastos da operadora ao longo de um período. 

Se a sinistralidade não for bem observada e administrada, ela pode pesar no bolso do consumidor. Por isso é essencial ter atenção ao uso adequado dos serviços de saúde.

Essa correção só é considerada quando o custo da sinistralidade ultrapassa a marca de 70% do valor da receita do contrato. O ideal é que os beneficiários consultem as cláusulas contratuais e procurem entender como elas são aplicadas. Ter o conhecimento sobre essas regras é fundamental para uma boa gestão financeira individual e coletiva.

Existem algumas práticas que podem possibilitar a redução da sinistralidade. É importante que a empresa contratante organize em seu espaço de trabalho ações que incentivem os seus funcionários a se cuidarem e manterem uma rotina diária mais saudável. 

Outro método interessante é o da promoção de inciativas que expliquem sobre a dinâmica de funcionamento de um plano e alertem quanto a importância da utilização moderada e consciente dos serviços de saúde oferecidos pelo mesmo. 

Todas estas estratégias podem fazer com que estes beneficiários não procurem por atendimento médico com tanta frequência, o que levará a uma redução do número de sinistros e, consequentemente, a diminuição do índice VCMH e dos valores dos reajustes.


Fonte: Lucas Vilela - administrador e gestor comercial da operadora de planos de saúde You Saúde

O que é ESG e os desafios de sua aplicação nos mercados financeiros?



Vivemos tempos em que a sociedade como um todo é considerada um parceiro importante e indispensável para o desenvolvimento econômico, além de ser parte integrante e indissociável do desenvolvimento social. 

Neste contexto, buscar entender e definir metas e indicadores que auxiliem a sociedade a ter clareza sobre ações e domínio sobre os caminhos a seguir nesta direção de desenvolvimento sustentável passou a ter relevância nos mercados, o que inclui também a área de investimentos financeiros.

No início deste milênio surgiu a sigla ESG - Environmental, Social and Governance (em português, Ambiental, Social e de Governança) para estruturar a coleta dos dados relacionados a esses fatores, bem como para instrumentalizar o acompanhamento destes dados, de forma a que se pudesse ter escolhas mais qualificadas dos investimentos feitos no nível das companhias, em especial, aquelas que têm suas ações distribuídas nos mercados de capitais. Desde o surgimento da sigla passaram-se mais de quinze anos, mas ainda existem questões em aberto em torno do conceito.

O impacto das empresas no meio ambiente, a exploração de formas de trabalho injustas e a corrupção que compromete as atividades corporativas e públicas, são temas que foram ganhando cada vez mais relevância com o passar das décadas. 

Com estas pautas em destaque e ganhando espaço nas mídias, o mundo corporativo passou a considerar os impactos destes aspectos perante o mercado consumidor o que, junto a decisões éticas, criou os conceitos de responsabilidade corporativa e responsabilidade socioambiental.

Estes conceitos já estavam plenamente estabelecidos quando surge o termo ESG, trazendo as mesmas questões para o mercado financeiro. No entanto, seria equivocado entendermos a sigla apenas como uma transposição da responsabilidade corporativa para o ambiente do mercado financeiro. Apesar de lidar com as mesmas temáticas, o ESG traz consigo uma lógica própria do mercado financeiro, que está presente na própria gênese da sigla.

No ano 2000, diante da complexidade dos dilemas gerados pela intensa globalização e pela intensificação dos impactos ambientais e sociais, a ONU estabeleceu os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODMs), envolvendo 191 Estados membros e 22 organizações globais. 

No mesmo ano, a Organiação convocou as grandes corporações globais para criar o Pacto Global, desta vez envolvendo empresas da iniciativa privada para também se comprometerem com objetivos ligados ao desenvolvimento sustentável global. Atualmente, o Pacto Global conta com dezesseis mil membros, entre empresas e organizações, e está presente em cento e sessenta países.

Em 2004, o Pacto Global elaborou um documento voltado especificamente para o mercado financeiro, reconhecendo o impacto deste setor da sociedade, nas empresas, e o potencial que este mercado possui de motivar mudanças necessárias para que se atinjam as metas do Pacto. O documento foi publicado em 2005, sob o título Who Cares Wins.

É neste documento que a sigla ESG surge pela primeira vez, no intuito de sintetizar os principais pilares do Investimento Responsável, a partir dos quais são designados indicadores específicos que devem ser observados pelos investidores para avaliar o impacto de seus investimentos.

Uma vez que a possibilidade de se integrar formalmente questões ESG na análise financeira do mercado de investimentos foi apontada, fez-se necessária a regulação desta possibilidade, motivando a UNEP-FI (United Nations Environment Programme Finance Initiative) a encomendar, em 2005, um estudo sobre o tema ao escritório de advocacia Freshfields Bruckhaus Deringer.

O resultado deste estudo foi o documento A Legal Framework for the Integration of Environmental, Social and Governance Issues into Institutional Investment cuja tradução livre é Uma estratégia legal para a integração das questões ambientais, social e de governança nos investimentos institucionais, que tinha por propósito verificar se a integração de critérios ESG em políticas de investimento estava de acordo com a legislação de diversos países. 

Na conclusão deste estudo encontramos o posicionamento de que os critérios da sigla podem ser incluídos na regulação deste mercado contanto que sejam motivados por propostas apropriadas e não afetem a performance financeira dos portfólios.

É possível depreender que a motivação de investidores em fundos de investimento que adotam critérios ESG, tem duas vertentes: a primeira, diretamente ligada aos resultados financeiros das empresas, partindo do pressuposto de que empresas com melhores práticas de sustentabilidade apresentam, a longo prazo, resultados financeiros melhores, e, a segunda, que transcende a pura lógica do retorno financeiro, ressaltando os ganhos da sociedade e do meio ambiente como razões para o investimento ESG .

Essa aparente dicotomia afeta o argumento daqueles que procuram promover a lógica ESG no mercado financeiro. Ao passo que uma argumentação procura influenciar o investidor a partir de sua intrínseca lógica financeira, a outra procura conferir ao investidor uma responsabilidade que pode se contrapor com o aspecto financeiro e tornar inócua a referida análise para o investimento.

Entretanto, um possível colapso ambiental, crises sociais e o aumento dos casos de corrupção dentro de empresas e instituições são questões urgentes e de alguma forma devem ser abordadas de forma responsável pelo mercado financeiro. 

A necessidade de maior estímulo às práticas ESG no mundo corporativo é evidente, e a presença de empresas de capital aberto e fundos de investimento que adotam estes critérios colaboram diretamente para a adoção de tais práticas.

Ainda faltam estudos que demonstrem os riscos que o mercado financeiro como um todo pode sofrer com a ausência de tais práticas, e também que demonstrem a responsabilidade do mercado financeiro no cumprimento da Agenda 2030 (ODSs) da ONU.

Em especial no Brasil, já existem movimentos regulatórios em curso, para que haja maior adoção de práticas de sustentabilidade nas empresas e para que os critérios ESG sejam adotados não apenas como uma fonte de pesquisa para os investidores, mas igualmente como um marco para a mudança do paradigma de sustentabilidade, como é o caso das Duas Audiências Públicas recém editadas pela Comissão de Valores Mobiliários - CVM, quais sejam SDM 08/2020 e SDM 09/2020.

Na primeira delas, há um convite para os agentes operadores do mercado de valores mobiliários apresentarem sugestões para que esses critérios sejam inseridos nas normas reguladoras de todos os fundos de investimento que vierem a ser lançados e operados no Brasil, enquanto a normativa que será editada a partir da audiência pública SDM 09/2020, pretende melhorar a transparência e a qualidade das informações hoje prestadas pelas companhias de capital aberto listadas no mercado de capitais.

Conclui-se que é urgente a fixação de critérios ESG e sua avaliação objetiva para determinar a aplicação dos recursos pelos investidores como forma de induzir as empresas para que atuem, na prática, com uma consciência e intencionalidade de produzir e comercializar produtos e serviços que gerem desenvolvimento econômico sustentável, criando um círculo virtuoso e valor de longo prazo para toda a cadeia de stakeholders.



Fontes: Universidade Presbiteriana Mackenzie :  Fábio Lupo /  Lilian A. P. Miguel / Lucas Rodrigues Lomelino /Samira Vasconcellos Miguel

quinta-feira, 15 de abril de 2021

Trancoso: o paraíso dos esportistas



Um grande gramado emoldurado por duas fileiras de casinhas coloridas, tendo ao fundo uma igrejinha branca, de costas para o mar. Esse é o Quadrado, o coração pulsante de Trancoso. Um lugar mágico na sua simplicidade, que resiste ao tempo porque permaneceu isolado por séculos.

Trancoso, distrito de Porto Seguro, guarda a certidão de nascimento do Brasil. Conta-se que foi ali, no rio dos Frades, que a esquadra de Pedro Álvares Cabral aportou em 1500. Tempos depois, os jesuítas ergueram a Igreja de São João Batista, que se tornou cartão-postal do vilarejo e capela cobiçada para casamentos intimistas, sempre no topo do “wedding destinations”.


Pedaço de paraíso redescoberto pelos hippies, na década de 70, Trancoso entrou para o mapa dos destinos mais desejados do Sul da Bahia. As casinhas originais dos caiçaras, ainda bem, foram preservadas na sua arquitetura original, mesmo abrigando bares, restaurantes, galerias e lojas descoladas.

Com dias ensolarados e noites estreladas em boa parte do ano, o vilarejo concentra praias deliciosas, com mar calmo e coqueiros a perder de vista. Os hotéis e serviços cinco estrelas não afetaram sua atmosfera rústico-chic, que mantém o charme e o autêntico astral baiano de quando foi redescoberta.

                    

Por essas e tantas outras razões, Trancoso é tudo. Tudo de bom. Tudo de mais. Tudo o que há de melhor. E não se cansa de novidades. Confira as dicas da empresária Amélia Whitaker de onde praticar esportes na cidade.

- Surf, stand up, caiaque:

Praticar atividades aquáticas em um cenário de natureza é uma das delícias de Trancoso. Na Praia dos Nativos, a mais próxima do Quadrado, procure o Romualdo (@romualdosurf). Ele fica com as pranchas perto do riozinho que divide a faixa de areia, mas as aulas e práticas precisam ser agendadas, principalmente na temporada.


- Passeio a cavalo:

O guia "Fábio da Garota" tem um sítio simpático onde cria cavalos e dá aulas de equitação. "Garota" era o nome de uma fazenda onde seu pai trabalhou e acabou virando sobrenome. No sítio, ele oferece passeios rurais, de cerca de uma hora e meia. 


Os percursos são fáceis, não é necessário ter experiência. Um programa legal e recomendado para fazer com crianças. O ponto alto é a vista para o Vale dos Búfalos, sob a imensidão das montanhas, onde quase sempre se vê uma manada.

- Vilas do Altos de Trancoso:

Um pé na areia, outro no Quadrado. A localização é um dos grandes diferenciais do Vilas do Altos de Trancoso, a 200 metros da praia e a poucos passos do epicentro do vilarejo.

Ao lado da ladeira que dá acesso ao Quadrado, em uma área de aproximadamente 64 mil m², serão construídas apenas 19 casas, com plantas de 172, 233 e 262 m², ambas com dois pavimentos de duas e três suítes.


O resto é mar. Natureza abundante. E o burburinho bem-vindo do Quadrado, com seus bares, restaurantes, lojas e ateliês. Lembrando que, entre os atributos de Trancoso, reconhecidos internacionalmente, o vilarejo é apontado como destino por excelência para quem busca tranquilidade à beira mar, em atmosfera rústico-chic.


Fonte: Stella Cardoso