segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

Saiba que documentos levar nas viagens de navio


A temporada nacional de cruzeiros marítimos já começou e vai até abril de 2019. Segundo levantamento da Associação Brasileira de Cruzeiros Marítimos (Clia Brasil), está prevista a oferta de 500 mil leitos neste período, número 15% superior ao ano anterior. Muitos brasileiros viajarão pela primeira vez de navio e neste momento surgem dúvidas, como por exemplo, sobre a documentação necessária.

“Para viajar de navio, os documentos são praticamente os mesmos que os das viagens de avião. A começar pelo nome, que deve ser sempre o primeiro e o último, e para os casados que incorporaram o sobrenome do parceiro, o nome informado no momento de compra deve ser o mesmo escrito no documento a ser apresentado no embarque”, explica o diretor de Hotelaria da RDC Férias, Júlio Castanheira.

Brasil: Para cruzeiros no Brasil, é necessário apresentar RG com no máximo 10 anos de emissão ou CNH, e certidão de nascimento para crianças de até 12 anos, que se não estiverem acompanhadas de um dos pais, necessitam de uma autorização por escrito com firma reconhecida, e para o caso de estarem com um representante legal, é necessária autorização judicial específica. Em caso de um dos pais ser falecido, é preciso apresentar certidão de óbito original.

Mercosul: De acordo com Castanheira, para cruzeiros em países do Mercosul, é requerido o RG com no máximo 10 anos de emissão e a CNH não vale nesse caso. Viagens para a Argentina necessitam de preenchimento de um formulário para ser entregue na entrada e saída (consulte o agente de viagem). O passaporte com pelo menos seis meses da data de expiração também é aceito. Menores de 18 anos deverão apresentar passaporte e RG, e se estiverem sem um dos pais é necessária a apresentação de autorização por escrito e com firma reconhecida do responsável ausente.

Para cruzeiros internacionais em outros países, seguem as regras acima informadas quanto ao passaporte, além do visto nos territórios em que são obrigatórios. Vale ressaltar que há países que exigem o certificado internacional de vacinação, que deve estar em dia. 

“Quando for viajar, é importante lembrar de tirar todas essas dúvidas com o agente de viagem, bem como com a operadora do cruzeiro, pois algumas especificidades podem ser exigidas dependendo da companhia e o destino do cruzeiro”, finaliza Castanheira.

Fonte - Júlio Castanheira, diretor de Hotelaria da RDC Férias

Reputação não basta parecer. Tem que ter!



A morte de um cachorro ocasionada por um segurança dentro de uma das lojas da famosa rede de supermercados, em Osasco, gera uma onda de protestos nas redes sociais. O caso, que aconteceu no dia 28 de novembro, mobilizou as pessoas diante da brutalidade contra o animal e rendeu uma baita dor de cabeça à empresa, que preferiu a omissão nas primeiras horas - após o caso ganhar repercussão na internet- do que ir pelo caminho da empatia.

O resultado deste silêncio proliferou em uma enxurrada de comentários no Facebook e no Instagram da empresa, pedindo justiça e alardeando boicote à marca. Internautas, inclusive celebridades, clamam para os seus seguidores evitarem as compras de Natal na rede. Criou-se aí um campo de visibilidade infinito jogado aos quatro ventos, um caminho sem volta que resultou uma mácula na imagem do supermercado, o qual precisará de uma série de boas iniciativas para, ao menos, acalmar os ânimos do público.

Mesmo assim até o momento a rede segue pelo caminho de notas e respostas-padrão. Tudo frio. Nada engajado e aconchegante, como pedem os novos mandamentos da ordem de compra. Ela não reagiu à crise, não se predispõem a dialogar com os seus clientes, não tomou atitudes claras - condizentes com a situação - e nem adotou uma postura transparente para restaurar a confiança e a credibilidade dos cidadãos. Em linhas gerais, não chamou a responsabilidade para si.

Esta virada de costas alerta outras empresas a olharem com mais afinco para a questão da reputação empresarial. Quando uma empresa coloca a reputação para escanteio, ela confirma que sua credibilidade é critério coadjuvante na agenda de prioridades estratégicas. Causas, bandeiras e admiração permeiam o poder de compra do consumidor, principalmente da nova geração, e materializam a atual ideia do que é reputação corporativa na cabeça da população.

O novo consumidor aceita que as companhias tenham lucros, mas as desafia diariamente a incentivar ações de impacto positivo na sociedade. É um novo comportamento massificado graças aos proativos Millennialls, contribuintes importante nas mudanças provocadas na relação das pessoas com as empresas e as marcas. Se antes queriam um produto de qualidade boa, hoje querem po-si-cio-na-men-to.

Quem não tem sintonia com desigualdades sociais e injustiças é visto como cético. Tal visão é potencializada ainda mais em tempos velozes que a internet e as redes sociais possibilitam uma mensuração mais consistente de reputação, credibilidade e imagem.

Pelo amor ou pela dor, as empresas são vistas, cobradas, criticadas ou idolatradas. Seja qual for a ação, as companhias não passam imunes aos olhos do consumidor. As tecnologias aproximaram as pessoas e, com essa proximidade, veio o engajamento de uma compra mais consciente. É um caminho disruptivo sem volta.

Por isso, crie identidade, engajamento e seja genuína em seu comportamento em todos os momentos, não só em passagens de crise. Reputação é coisa séria, é disciplina, é compliance. Vai além do recall e da lembrança espontânea. Não é só infraestrutura moderna, logo bonito e ótimas promoções. Tudo é muito maior. É questão de ser e não parecer!


                             


Fonte: Daniel Domeneghetti é especialista em Marketing & Branding Strategy, Digital Practises Relacionamento com Clientes e CEO da DOM Strategy Partners.


sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

Biólogo alerta para perigos que podem vir das águas do mar



O verão é a época do ano em que as praias do litoral brasileiro recebem um número ainda maior de banhistas. Mas, para não estragar o momento de lazer e de descanso, é preciso ter cuidado para evitar possíveis acidentes com alguns perigos que vêm das águas do mar. 

O biólogo João Alberto Paschoa dos Santos, membro do CRBio-01 – Conselho Regional de Biologia – 1ª Região (SP, MT e MS), alerta para os três riscos mais comuns e como as pessoas devem proceder em cada caso.

- Água Viva

Em contato com a pele humana, o animal marinho solta uma toxina que provoca irritação e ardência. Mas, na maioria dos casos, o incômodo é passageiro e não demora muito a passar. E a própria água do mar pode ser usada para amenizar a dor. “Ao contrário do que muitos pensam, a água doce piora ainda mais o problema, pois ajuda a liberar o veneno dos tentáculos em contato com a pele”, diz o Biólogo. O problema se torna mais grave só se a pessoa for alérgica.


- Bagre: 

Nos últimos anos, uma onda de incidentes com peixes dessa espécie assustou banhistas, principalmente, no litoral paulista. O Biólogo acredita que muitos casos se deram por falta de atenção das pessoas. Essa espécie geralmente não ataca humanos”, diz Santos. Para ele, muitos se feriram ao pisar em animais que já estavam mortos na areia, provavelmente descartados por pescadores. 


O ferrão do bagre ao entrar na pele também libera um veneno, que provoca uma forte dor. O Biólogo recomenda que a pessoa vá ao hospital mais próximo para receber os primeiros socorros e que não tente se livrar do animal. “Seu ferrão é serrilhado e, ao tentar retirá-lo da pele, pode acabar agravando o ferimento”, alerta.

- Ouriço-do-mar:

Habita principalmente as áreas mais rochosas do litoral, mas também costuma se esconder nas margens do mar sob a areia para se proteger de possíveis predadores. Se pisado ou tocado, os espinhos venenosos em contato com a pele também provocam uma forte dor. 


“Dependendo da espécie, o veneno pode ser mais ou menos potente. E, para algumas pessoas, pode causar náuseas ou até mesmo taquicardia”, diz o biólogo. Por isso, recomenda-se a retirada imediata dos espinhos com o auxílio de uma pinça e também atendimento médico.


Fonte: João Alberto Paschoa dos Santos

Bariloche: uma cidade cheia de história para ser explorada


Encantadora em todas as estações do ano, Bariloche pode ser explorada em cada canto da cidade. Tradicionalmente conhecida pelas estações de esqui na temporada de neve, a cidade também tem tradição com esportes radicais e com roteiros gastronômicos. Mas Bariloche conta também com inúmeros lugares repletos de história e cultura para conhecer e explorar. Abaixo, contamos quais são os mais representativos, são roteiros que podem ser feito a pé.

- Club Andino Bariloche (CAB): na atualidade é a instituição de maior prestígio de montanhas da Argentina. Ela promove e oferece inúmeras atividades, como expedições e explorações das montanhas e suporte a programas de conservação do meio ambiente, durante o ano todo. Também são oferecidos cursos de capacitação, que ensinam os estudantes a transitar pela montanha de maneira segura, aproximando-os da natureza e ensinando-os a respeitá-la. 



Já no verão, o CAB organiza excursões, caminhadas, escaladas na pedra e no gelo e travessias que visitam e percorrem as áreas ao redor, e na própria cidade de Bariloche. Para os adultos que gostam da montanha, o Grupo Excursionistas de Adultos (GEDA) organiza excursões a diferentes lugares com um ambiente relaxado e divertido.

- Catedral Nossa Senhora do Nahuel Huapi: inaugurada em 1946 e de construção neogótica, assinada por Alejandro Bustillo, a catedral está em um parque muito bem cuidado, com caminhos pitorescos e playgrounds. A escultura de Nossa Senhora do Nahuel Huapi reproduz uma imagem que acompanhava o padre Mascardi na sua missão, estabelecida às margens do lago, em 1670. 


A Catedral permanece aberta ao público de segunda a sexta, das 9h às 12h e das 17h às 21h (salvo em eventos especiais). O horário aos sábados e aos domingos é das 9h30 às 12h30 e das 17h às 21h30. Saem caminhadas históricas, guiadas do Centro Cívico até a Catedral.

- Virgen de Las Nieves: na intersecção da estrada para o monte Catedral com o acesso ao bairro Los Coihues se encontra um pequeno lugar chamado Virgen de las Nieves. É um local tradicional de peregrinação religiosa, que tem como característica estar rodeado pelos canais do arroio Gutiérrez. 


O monumento é todo feito em pedra da região. A virgem está na área mais protegida da estrada, resguardada por grade e vidro. O local é um mirante muito frequentado, tanto por turistas quanto pelos residentes locais.

- Estação ferroviária: essa construção nobre é outra das que dão personalidade à cidade. Ela faz o serviço Ferrocarril San Antonio a Nahuel Huapi. Com vias largas, a linha foi iniciada em 1934, a partir de porto San Antonio. Foi finalizado no mesmo ano com a chegada do primeiro trem às margens do lago Nahuel Huapi, o que ajudou a transformar Bariloche em uma cidade turística de relevância internacional. 


No trecho da linha Ingeniero Jacobacci - Bariloche, devido à topografia acidentada da região, tiveram que ser feitos cortes significativos na rocha sólida, pontes e viadutos. A estação conta também com serviço de trem a vapor, que vai de Bariloche a Los Juncos.

- Cerâmica Bariloche: um ótimo programa para os dias chuvosos é visitar o espaço de cerâmica de Bariloche, que fica a poucas quadras do centro de Bariloche, na esquina da Anasagasti com a 9 de Julio. Lá é possível ver de perto como as peças são decoradas à mão pelos ceramistas. 


Na chegada é exibido um vídeo de introdução em vários idiomas, onde é explicado o processo de fabricação dos produtos e a história da empresa. O local também abriga um museu de peças de cerâmica e elementos originais.

- Walking Tour pelas histórias de Bariloche: essa atividade visita os principais pontos históricos da cidade como o Centro Cívico. Em uma primeira visita à Bariloche, essa é a porta de entrada de todos os segredos e atrações da cidade. Se já esteve na cidade, vai ver que sempre há coisas novas para se descobrir; Dez Segredos (e histórias) de Bariloche, Nahuel Huapi, e Patagônia; Tesouros Ocultos do Museu Patagónico e da Catedral; Trekking Europeu: conhecer mais sobre os pioneiros e o legado de 12 autoridades europeias e rastros de 12 nações; Sabores de Bariloche: caminhada com degustação da culinária regional como cervejas, sorvetes, chocolates, entre outras especialidades. Cada um dos walking tours dura em torno de duas horas.



Fonte: Marcia Leite