terça-feira, 15 de junho de 2021

Ilhas das Bahamas oferecem experiências luxuosas



As Ilhas das Bahamas têm um leque de experiências possíveis para todos os gostos e perfis. Há uma infinidade de oportunidades em suas paisagens extraordinárias que contam com praias de areia branca (e as vezes cor-de-rosa), água cristalina e toda infraestrutura de classe mundial. 

Além disso, os brasileiros que desejam ir aos Estados Unidos podem escolher o país-arquipélago para passar os 14 dias exigidos pelos Centros de Controle de Doenças (CDC) americano.

Com 22 aeroportos internacionais, os voos particulares são uma ótima opção que está movimentando o fluxo de turistas no país-arquipélago. Além da beleza natural, as Bahamas têm os dois maiores cassinos do Caribe, localizados nos resorts Baha Mar e Atlantis. 


Golfistas amadores ou profissionais se divertirão nos imensos campos de golfe em diversas ilhas, com circuitos premiados e que já foram palco de muitos campeonatos internacionais.

Passar o dia em alto mar em um luxuoso iate é um sonho que pode se tornar realidade nas Bahamas, pois há inúmeras marinas que oferecem muitas opções de barcos particulares nas mais de 700 ilhas e duas mil ilhotas espalhadas pelo destino.

Há ainda atividades aquáticas e terrestres para aproveitar com toda a família: prática de esportes, voos de parapente, caiaque, nado com arraias, golfinhos e, para os mais aventureiros, mergulhar sendo observado por tubarões! Parques aquáticos e passeios culturais pela história das Bahamas também podem ser incluídos no roteiro.



Desde pratos internacionais até comida típica, a gastronomia não decepciona nunca, por isso é o melhor lugar para experimentar mariscos, peixes, frutos do mar, a tradicional salada de mamão papaia, sobremesas incríveis como o doce Guava Duff e muito mais!

É possível isolar-se totalmente em uma ilha para chamar de sua! Os locais incluem também serviços personalizados de garçom, copeiros e o que for necessário para férias perfeitas. Fowl Cay, Highbourne Cay, Over Yonder Cay, Staniel Cay, Compass Cay, e muito mais, são alguns dos paraísos particulares à disposição para aluguel.

Há ainda hospedagens superluxuosas que seguem à risca os protocolos de segurança como suítes ou villas privadas em resorts de reconhecimento mundial como em Atlantis, Ocean Club A Four Seasons Resort, Sandals Emerald Bay, Atlantis Paradise Island, e muito mais opções em Nassau, Exumas, Bimini, Grand Bahama ou em inúmeras outras ilhas das Bahamas.

É necessário que todos os viajantes solicitem o visto de saúde Bahamas Travel Health Visa para ingressar nas Bahamas. Devem ser disponibilizados os resultados negativos do exame PCR-RT COVID-19 realizados com o máximo de 5 dias da chegada ao país. 

Turistas imunizados com as vacinas Pfizer, Moderna, Johnson & Johnson e Astra Zeneca estão isentos de apresentar o teste negativo para entrar nas Bahamas, todos os outros visitantes são bem-vindos e devem seguir o protocolo padrão.



Ao solicitar o visto de saúde, os viajantes vacinados devem fazer o upload do comprovante de vacinação da COVID-19. 

- Sobre as Ilhas das Bahamas:

Com mais de 700 ilhas, ilhotas e 16 ilhas-destinos, as Ilhas das Bahamas ficam a apenas 80,4 km da costa da Flórida, oferecendo uma escapadela fácil que transporta os viajantes para longe de sua rotina diária. 

As Ilhas das Bahamas têm pesca, mergulho, passeios de barco de classe mundial e milhares de quilômetros das águas e praias mais espetaculares da Terra para famílias, casais e aventureiros. 


Fonte: Carolina Maia

Torcer pela Seleção ou pelo Brasil?



Em um período de apenas dez dias, recebemos duas notícias surpreendentes. Primeiro, a Copa América na Argentina e Colômbia seria cancelada e, segundo, o Brasil aceitou receber a competição a duas semanas do início. A primeira notícia não é inédita, a história do torneio é marcada pela intermitência e mudanças no cronograma. A segunda é inédita. Quem aceitaria sediar um evento dessa magnitude em cima da hora? Quais são os benefícios de sediar a competição? Quais são os riscos?

Os benefícios são econômicos e políticos. As pessoas envolvidas na organização da Copa ganharão milhões. Direitos de transmissão e publicidade. Aparentemente, os clubes donos de estádios que recebem jogos também recebem pagamentos. Em tempos normais, um pouco do dinheiro permearia a economia por meio do turismo, aumentaria o faturamento de restaurantes e hotéis. Com mais pessoas visitando o Brasil, aumentaria o número de oportunidades de negócios. 

Mas neste ano, esses benefícios tendem a ser reduzidos pelas dificuldades de deslocamentos impostas por vários países. Mesmo que o governo brasileiro não imponha restrições de viagem, muitos países não recomendam que seus cidadãos venham ao Brasil neste momento.

Que malefícios a Copa pode trazer? São políticos e sanitários. Os governos estaduais e municipais decretaram restrições à atividade comercial ao longo do último ano. É difícil conciliar essa posição com a realização de um evento esportivo internacional com o qual não tínhamos compromisso. Esse ponto é especialmente relevante. Não tínhamos nenhum compromisso assumido com a realização da Copa América este ano. 

O governo japonês está enfrentando duras críticas internas pela manutenção dos Jogos Olímpicos. O argumento que estão usando é que o cancelamento representaria um prejuízo de 50 bilhões de dólares. Hotéis programaram ampliações, contrataram funcionários. Pessoas investiram dinheiro, fizeram empréstimos... Não é o nosso caso, soubemos que a Copa seria no Brasil menos de 15 dias antes do início da competição. A situação aqui é oposta. Não houve tempo para preparar nada.

Em relação à questão sanitária, os riscos estão relacionados principalmente à entrada de novas cepas no Brasil. Um dos países mais bem sucedidos no combate à pandemia é a Austrália. Qual é o segredo? Um embargo praticamente completo a entrada de pessoas no país. Realizar um evento internacional é o oposto disso.

O Brasil já se mostra fértil em desenvolver novas cepas, o que acontece, principalmente, pela falta de um plano integrado de combate à pandemia. De acordo com a plataforma de dados genômicos da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), o País tem, atualmente, mais de 90 cepas em território nacional. E o principal desafio com as variantes é o alto grau de transmissão, além dos riscos de mutação. As restrições impostas até aqui não se provaram eficientes, basta olhar a atualização do número de mortes. 

Portanto, mesmo sem público, a competição vai reunir muitas pessoas - algumas delegações estão vacinadas, mas não completamente. E isso não é garantia de que eles não possam transmitir o vírus.

Ou seja, com a entrada de mais pessoas, novas linhagens, novas variantes, novas cepas, possíveis mutações, mais pessoas infectadas, mais hospitalizações, mais mortes, mais famílias em luto. E tudo novamente. Até que o Brasil tenha como prioridade a vida.

O que poderia ter sido feito quanto a Argentina e Colômbia que se recusaram a receber os jogos? A alternativa mais clara seria o cancelamento ou adiamento do evento. Que, aliás, parece ser a alternativa preferida dos jogadores, não pelo risco de contaminação com Covid-19, mas porque a competição é realizada a cada dois anos e atrapalha os compromissos profissionais dos jogadores com seus clubes. Nem eles têm interesse nessa competição.

Esse ano, o melhor seria torcer pelo Brasil e não pela Seleção.
                                                

Fonte: Marcelo Abreu Ducroquet - infectologista e professor do curso de Medicina da Universidade Positivo.

quinta-feira, 10 de junho de 2021

Credibilidade é essencial no mercado para o sucesso dos negócios



Entende-se como credibilidade empresarial o conjunto de fatores que trazem o cliente até você, baseados na excelência dos pilares de atendimento, qualidade, entrega e pós-venda!

Dentro desta regra, podemos afirmar que, o relacionamento de uma empresa com o cliente se fortalece com a entrega da excelência de resultados em cada um destes pilares, onde o atendimento (deixando um pouco de lado nesse momento o assunto marketing) torna-se o primeiro passo para a construção da credibilidade empresarial.

Buscar os reais interesses do cliente, compreender suas expectativas, suas necessidades, seu poder de compra, suas possíveis limitações de conhecimento sobre os produtos e ter habilidade de identificar alternativas para suprir as aplicações e diversidades de produtos, definirão o bom atendimento e trarão uma grande probabilidade de conclusão do negócio.

Envolver qualidade na matéria-prima de seus produtos e serviços, garantir uma padronização do processo de criação/produção, se atentar aos detalhes do produto e dos serviços, agregar visualmente riqueza de acabamento (tanto para produtos como para serviços) demostra aos clientes que sua empresa está comprometida com os “detalhes”, além da durabilidade de seus produtos e serviços!

“Promessa é dívida!” e o bom pagador de “dívidas” é respeitado e tem sempre CREDIBILIDADE. Se você leva um dia para aprontar seu produto ou serviço, mais um dia para despachá-lo e o prazo da transportadora ou de finalização é de dois dias, negocie sempre com seu cliente considerando um dia adicional. 

Dessa forma, seu produto/serviço sempre chegará ou ficará pronto com antecedência ao esperado e fatalmente superará as expectativas! Parece estranho, mas o fluxo problemático de uma grande empresa de e-commerce foi solucionado assim, apenas acrescentando dois dias no prazo de entrega ao cliente e entregando antes desse prazo finalizar.

Nenhum desses pilares citados anteriormente serão eficazes se você receber uma reclamação de seu cliente após a entrega do produto ou a finalização do serviço, questionando algum problema e não lhe reservar a devida atenção!

Uma vez que o cliente entende que pode contar contigo mesmo depois da “permuta” realizada (moeda versus produto/serviço), saiba que terá esse cliente não para sempre, mas enquanto manter seus pilares intactos!

Fidelizar seus pilares e manter a constância no controle de processo e procedimentos manterá seu cliente contigo e balizando tudo que foi dito, construímos nossa credibilidade empresarial e, em um mercado saturado de opções para consumidores de produtos e serviço, tenhamos empatia para responder a seguinte pergunta:

Quem iremos buscar para comprar o que desejamos ou quem iremos contratar para realizar o serviço que precisamos?

Os consumidores/nossos clientes, sempre buscarão bons atendimentos, segurança nas compras, durabilidade e riqueza de detalhes em acabamentos, e tranquilidade na garantia de poder “falar com alguém” caso tenham problemas com o que foi adquirido.

Credibilidade é diferencial no mercado de hoje, busque sempre a sua!

Fonte: Conceiyção Montserrat - CEO da Conceiyção Montserrat Gestão e negócios

A governança empresarial pautada em ASG

 


O debate sobre a responsabilidade social das empresas, instaurado há décadas no mundo ocidental, permanece em reflexão sobre sua extensão, bem como sobre as condições e meios de torná-la realidade na governança das corporações. No Brasil, se por um lado a recorrente deflagração de escândalos de corrupção e desastres ambientais envolvendo grandes empresas revelou o fracasso de tais estratégias, por outro gerou uma nova onda de discussões e iniciativas acerca do tema.

Tanto que está em destaque a agenda pautada na interação dos aspectos Ambiental, Social e de Governança (ASG, sigla conhecida também como ESG, do em inglês Environmental, Social e Governance). O desafio não se resume na atuação filantrópica ou em iniciativas compensatórias por parte das empresas, mas fundamentalmente na assunção da responsabilidade de compor ativamente tais aspectos nos seus próprios procedimentos, metas e relações.

O clima tem sido insistentemente pautado nas rodadas de discussão da comunidade internacional. Ao menos em proposta, a gestão do presidente americano, Joe Biden, reorientou com centralidade a agenda do clima nos Estados Unidos, o que aparentemente gerou reflexos, inclusive na enunciação de compromissos por parte do governo brasileiro.

A evolução do debate e as experiências ruins do passado parecem relacionar a preocupação ambiental com a longevidade das empresas, transformando-a em um relevante aspecto reputacional. Além disso, estão se popularizando os investimentos por meio de fundos ASG, com demanda relevante de investidores focados na estratégia baseada nesses critérios. Esses e outros fatores geraram a propagação do modelo nas análises, discursos e medidas que envolvem o mercado financeiro.

Consequentemente, medidas derivadas dessa orientação, efetivas ou não, repercutem em disposições contratuais específicas nas relações entre empresas, investidores, fornecedores, prestadores de serviços, colaboradores e consumidores, bem como na comunicação entre esses stakeholders (grupos de interesse da atividade empresária), com a promessa de reverberação positiva da cadeia produtiva e, talvez, do mercado que envolve o respectivo setor econômico.

Contudo, o principal incentivo à adoção dos critérios ASG aparentemente se ampara por meio dos mercados, por influxos políticos e econômicos, enquanto as iniciativas de natureza eminentemente jurídica ainda são modestas.

Na proteção ao meio ambiente, cujas normas jurídicas de maior destaque em termos de responsabilidade ainda se remetem, por exemplo, à Lei dos Crimes Ambientais (Lei nº 9.605/1998), as iniciativas estão focadas em algumas políticas setoriais, como a imposição da Política de Responsabilidade Socioambiental (PRSA) às instituições financeiras pela Resolução BACEN nº 4.327/2014, com as previsões sancionatórias da Lei nº 13.506/2017. 

O PL nº 3729/2004 (Lei Geral do Licenciamento Ambiental), aprovado na Câmara dos Deputados em maio deste ano (aguarda apreciação pelo Senado Federal), não traz disposições relevantes em termos de governança e responsabilidade daqueles que o pleiteiam, além de flexibilizar o licenciamento ambiental.

Seja por meio de normas jurídicas, seja pelos influxos econômicos dos mercados, é preciso que se evolua nas estratégias de concretização das práticas orientadas por ASG na governança empresarial, com compromisso de segurança aos stakeholders, sobretudo para que se evite uma proliferação legalizada do greenwashing (promoção de uma falsa aparência de sustentabilidade).


Fonte: Murilo Aires - advogado atuante na área de direito empresarial do escritório Dosso Toledo Advogados.