quarta-feira, 20 de novembro de 2019

Nas alturas: descubra os destinos mais românticos do Brasil ao subir a serra


O Brasil é conhecido por suas belas praias tropicais, mas quando se está em clima de romance, não existe nada melhor do que subir a serra, para cidades históricas, pitorescas, com castelos ou igrejas que inspiram o casal a sonhar e a idealizar uma vida a dois. Nos estados de São Paulo, do Rio de Janeiro e do Rio Grande do Sul, as regiões serranas reservam atrações arrebatadoras e cenários apaixonantes.

Na Serra da Mantiqueira, interior paulista, entre a imponência da Pedra do Baú e do Morro do Elefante, é impossível não se apaixonar por Campos do Jordão. Considerada a “Suíça brasileira”, é na Vila do Capivari que as construções afirmam o charme europeu, reforçado pelos bondinhos vermelhos e amarelos que cruzam as ruas sob trilhos. Com arquitetura em estilo enxaimel, entre florestas de araucárias centenárias, o hotel Vila Inglesa se destaca como panorama perfeito para aquele aconchego a dois.


Se a opção for por realizar a cerimônia ali mesmo, o Vila Inglesa conta com toda a equipe e infraestrutura – buffet, som, iluminação - para deixar tudo mais especial. Para garantir total privacidade e atmosfera intimista, o hotel pode ser fechado exclusivamente para os convidados. Já nas acomodações premium, todas com banheira de hidromassagem e vista para as montanhas, a discrição e conforto necessários para a noite de núpcias mais romântica de sua vida.

Já Petrópolis, no interior fluminense, era a cidade preferida do Imperador D. Pedro II. Lá ele ergueu o que hoje é conhecido como Museu Imperial, antigamente o Palácio de Verão da Família Real. Se por fora o prédio neoclássico já encanta, por dentro ele guarda o acervo mais emblemático sobre a história do país.


Na mais europeia das cidades fluminenses o que não faltam são palácios, entre eles, o Palácio de Cristal e sua estrutura de ferro fundido encomendada pela Princesa Isabel direto da França. Já o Palácio Quitandinha exibe lindos jardins e lagos onde os enamorados embarcam em passeios de pedalinhos. E se igrejas são também sinônimos de matrimônio, noivos que estiverem com sérias intenções podem se inspirar na Catedral de São Pedro de Alcântara, com seus vitrais majestosos e estilo neogótico.


Bucólica do centro às adjacências, Petrópolis também cativa por sua natureza exuberante. Localizada na Serra dos Órgãos, no Parque Nacional se encontram fauna e flora preservadas da Mata Atlântica. Por ali se podem fazer caminhadas, tomar banhos de cachoeira e admirar a vista deslumbrante da Baía de Guanabara e do Dedo de Deus, uma das formações rochosas mais simbólicas do relevo nacional.

Também presenteada com paisagens de tirar o fôlego, a Serra Gaúcha oferece lugares perfeitos para o pedido de casamento. Em Canela, a Cascata do Caracol talvez seja o cenário mais clássico para este objetivo. Depois de uma volta nos bondinhos aéreos, é comum namoradas surgirem com uma aliança na mão direita. Ainda em contemplação ao verde, pode-se usufruir de mais harmonia e tranquilidade no Ecoparque Sperry.


No Lago Negro da vizinha Gramado, tenha um vislumbre da influência alemã neste lindo painel de hortênsias. Nesta cidade, laços se fortalecem em cadeados na Fonte do Amor Eterno. A alegoria que se tornou tradição entre casais apaixonados - a exemplo da Pont Neuf, em Paris - pode ser recriada e gravada em corações metalizados em estilo gaúcho. Após extrema demonstração de carinho, basta seguir para a Capela de Santo Antônio para sacramentar a união.


Fonte: Daniel Ramirez

Errar é Humano !


Ao longo dos anos o “errar é humano” tem servido de justificativa para incompetências. Muitas análises já foram feitas para as causas do erro humano e são realmente muitas as causas. Podemos citar: desconhecimento, distração, falta de habilidade, má vontade, etc. 

Hoje queremos comentar uma solução para reduzir boa parte dos erros humanos:

- Disciplina:

A palavra disciplina costuma ser associada ao Exército e obediência irrestrita  ao comando e com isso torna-se antipática para muitas pessoas. Nossa proposta é ressaltar a disciplina como cumprimento de padrões, procedimentos, diretrizes e aí podemos encontrar exemplos significativos para qualquer ser humano.
Área médica: seguir os protocolos fielmente pode assegurar a cura enquanto o desrespeito aos mesmos pode acarretar a danos muitas vezes irreparáveis.
Alimentação: cumprir os POP’s no preparo e manuseio de alimentos evitando contaminação e doenças.
Gestão: respeitar as rotinas combinadas entre os setores e os procedimentos estabelecidos.
 - O que é combinado não é caro:
Nos meus atendimentos como consultor do SEBRAE (pequenas empresas) e em  treinamento e consultoria  a clientes particulares (empresas de médio porte), assim como na minha experiência de operário a executivo de grandes empresas, observo constantemente como a falta de disciplina conduz a graves prejuízos econômicos e morais.
- Exemplos:
  • Queda de cargas por mau uso de empilhadeiras ou empilhamento incorreto
  • Acidentes graves, operadores que burlam normas de segurança (EPI, Sistemas de proteção)
  • Falta de pagamento de fornecedores mesmo tendo dinheiro em caixa para isso
  • Perda de grandes quantidades de materia prima por não cumprimento dos processos
  • Desagregação da equipe rotulando setores como “antipáticos” porque exigem o cumprimento dos procedimentos para atender às necessidades dos cientes internos
  • Valorização do “chefe bonzinho” que sempre desculpa os erros e difamação do “chefe estressado” porque vive chamando atenção pelos erros cometidos.
São apenas alguns exemplos que infelizmente prejudicam não só o próprio indisciplinado(a) como também a empresa e o próprio país.
Pensem em nações de sucesso como USA, Japão, Alemanha, Suécia e  vão lembrar que são conhecidos por sua disciplina, respeito às leis e qualidade de vida. E... dá para melhorar ? Sim!
Basta usar o bom senso e não radicalizar. Temos que obter o comprometimento de cada colaborador da empresa. Para isso aproveitar as oportunidades de encontros e reuniões ou mesmo conversas individuais para sensibilizar as pessoas para as vantagens e benefícios da disciplina.
Mas, o mais importante é o exemplo pessoal, pois somos referência de comportamento para os que convivem conosco. Convido cada um a refletir sobre o tema e mudar seu comportamento.
Se você já é disciplinado(a), continue dando excelentes exemplos. Se você ainda não é disciplinado(a), estabeleça metas e procure fazer uma análise diária do seu comportamento e comprometa-se consigo mesmo a melhorar.

Fonte: Celso Estrella é Engenheiro Industrial especialista em Técnicas Japonesas de Gestão e diretor da CriaCorp-Desenvolvimento Empresarial

A importância do compliance e da gestão de riscos


Todas as organizações, privadas ou públicas, minimamente organizadas, de uma simples padaria da esquina a uma complexa empresa multinacional, são constituídas por pessoas que executam processos. Em termos práticos e éticos, são as pessoas, não o ser jurídico, que devem se atentar para as regras exigidas pela sociedade, em relação aos aspectos morais, dos bons costumes e das boas práticas administrativas.

Nos últimos anos, estamos assistindo no Brasil e no mundo uma tendência para que as organizações assumam atitudes de respeito, de transparência, de conseguirem melhorar os processos dos seus produtos e serviços, agregando valores perceptíveis por toda a sociedade.

Nesse sentido, o termo compliance deve ser entendido não apenas como um agregador de vários outros termos administrativos e processos, mas como uma necessidade e uma exigência legal. A falta de mecanismos de compliance efetivos leva a prejuízos financeiros, morais, institucionais e que matam pessoas e organizações.

No Brasil, estamos acompanhando uma volta aos pilares básicos do compliance, haja vista que eles nunca deixaram de existir, mas foram sendo “esquecidos” por conveniências pessoais, políticas ou de interesses econômicos.

A falta de programas efetivos de compliance, e seu respectivo acompanhamento e aperfeiçoamento constantes, levaram aos escândalos recentes demonstrados pela Operação Lava Jato, por exemplo, quando ninguém perguntou onde estava o controle interno da Petrobrás, uma das maiores empresas do mundo e tendo de acatar a Lei Sarbanes-Oxley para ter ações na Bolsa de Valores de New York.

Nesse caso, ou as auditorias independentes fizeram “vista grossa” aos problemas que deveriam ter surgido com a desenfreada corrupção na empresa, ou houve simplesmente conveniência dos principais stakeholders, como aconteceu com a gigante de energia Enron, norte-americana, que faliu em 2001, levando na esteira a poderosa empresa de auditoria Arthur Andersen.

Também o desastre em Brumadinho poderia ter sido evitado se as práticas de compliance da Vale estivessem sendo monitoradas. De acordo com a CPI da Câmara dos Deputados, a Vale omitiu informações, criou outras (com a conveniência dos auditores externos de compliance contábil e de engenharia) e, sobretudo, ignorou todos os relatórios de riscos sobre as operações naquele complexo produtivo.

A adoção de uma gestão de compliance deixou de ser opção para se tornar obrigatório, por força de Lei, para que as empresas tenham a responsabilidade de implementar programas para a consolidação de valores e políticas que promovam padrões éticos e de integridade em seus negócios, rejeitando atos ilegais, ilegítimos e de corrupção. Esses programas devem ter caráter preventivo, para evitar a ocorrência de práticas antiéticas ou corruptas, bem como prever medidas corretivas para comportamentos no ambiente organizacional que violem seus princípios.

Assim, compreender e conhecer o que é compliance torna-se fundamental para a sobrevivência organizacional nos dias de hoje, seja essa organização constituída por um pipoqueiro da praça, um templo religioso, uma organização pública, uma força militar, uma escola, um hospital, uma empresa estatal ou uma poderosa organização multinacional.

Nesse sentido, cabe elogiar a iniciativa do Governo do Estado de Goiás, ao lançar o Programa de Compliance Público do Poder Executivo do Estado de Goiás (PCP), que tem como principal objetivo criar um sistema de proteção para a administração e, particularmente, para a gestão dos recursos públicos, por meio de ações preventivas em quatro eixos: compromisso Ético, Transparência, Responsabilização e Gestão de Riscos. É um desafio grande, mas certamente irá dar excelentes frutos.


Fonte: Carlos Marcelo Fernandes - auditor interno, mestre em planejamento, orçamento e gestão pública, além de especialista em compliance do Grupo Avanzi.

Dia do Biomédico é comemorado em 20 de novembro


Quem sou eu? Sou um profissional laboratorista clínico, especialista em técnicas de diagnóstico, das mais simples às mais avançadas, e gestor em saúde. Atuo também com serviço de manutenção de sua saúde mental e social com intervenções mínimas que trazem harmonia estética, consequentemente, bem-estar.

Estou dentro do centro cirúrgico atuando como perfusionista, o profissional que realiza todo o trabalho da circulação extracorpórea do sangue. Sou um profissional que une tecnologia e conhecimento biológico aplicando essa interface aos serviços de saúde.

Tenho conhecimento em ciências da saúde suficiente para contribuir com o que se oferece de mais moderno. Minha rotina é dentro de ambientes com muitos equipamentos tecnológicos e amostras biológicas que devem ser analisadas com responsabilidade e conhecimento, afinal, é por conta desses laudos laboratoriais que decisões importantes serão tomadas.

Nunca quis fazer vestibular para Medicina, nunca foi minha intenção, mas o nome da profissão é parecido. Já adivinhou? Sou biomédico, profissão que é celebrada no dia 20 de novembro.

Se você tem como qualidade o gosto pelas ciências da saúde e por tecnologias, já pensou em unir essas duas áreas e, assim, trabalhar como biomédico? A Biomedicina é uma das 14 ocupações na área de saúde que existem no Brasil e precisamos de mais profissionais competentes. Os serviços de saúde hoje são multiprofissionais, e servimos com nossas habilidades e características da melhor forma.

Não somos exclusivos do Brasil. Existem biomédicos sendo formados no Reino Unido, Estados Unidos, Austrália e outros países. Lá fora também existe o biomédico e, diga-se de passagem, há mais tempo que no Brasil.

Aqui, surgimos da ideia de formar profissionais que cuidassem da formação de médicos e odontólogos na década de 60. A ideia inicial, apresentada aqui em Curitiba durante a reunião anual da sociedade brasileira para progresso da ciência, era formar professores e pesquisadores das escolas de Medicina e Odontologia. Nos anos seguintes surgiram em São Paulo as primeiras escolas de Ciências Biomédicas.

Com o passar do tempo, fomos ganhando respeito e características dos biomédicos não brasileiros até que, ao longo da década de 80, fomos reconhecidos como profissionais da saúde, com a criação do Conselho Federal de Biomedicina, enquadramento do biomédico no Serviço Público Federal e, por fim, com a criação dos conselhos regionais.

Hoje estamos nos principais laboratórios do Brasil, em clínicas de imagem e medicina nuclear, em clínicas de estética como biomédicos estetas, perfusionistas, peritos criminais na área de DNA forense e toxicologia forense, como pesquisadores em grandes grupos de pesquisa, em clínicas de reprodução humana assistida como os laboratoristas responsáveis pelos cuidados com os óvulos, espermatozoides e até pelos embriões. 

Estamos em todos os lugares, só não estamos na boca do povo ou no imaginário popular. Não tem problema – lá dos bastidores estamos fazendo o que for necessário para que as pessoas recebam um bom serviço de saúde.


Fonte: Benisio Ferreira da Silva Filho é biomédico, mestre em Ciências da Saúde e doutor em Biotecnologia. É coordenador do curso de Biomedicina do Centro Universitário Internacional Uninter.