O Brasil ainda convive com um passivo ambiental significativo quando o assunto é gestão de resíduos. Mesmo após avanços regulatórios, como a Política Nacional de Resíduos Sólidos, milhões de toneladas de materiais descartados de forma inadequada continuam acumulando impactos ambientais. Em várias regiões do país, ainda existem lixões ativos e áreas degradadas pelo descarte irregular de resíduos.
No meio rural, o desafio historicamente é ainda maior: por muitos anos, embalagens utilizadas nas atividades agrícolas acabavam abandonadas nas propriedades, enterradas, queimadas ou descartadas de forma inadequada, gerando riscos ao solo, à água e ao próprio produtor.
Esse cenário mudou com a criação de sistemas estruturados de logística reversa, que passaram a tratar o resíduo não apenas como um problema ambiental, mas como um recurso com valor econômico. É nesse contexto que a Campo Limpo tem se destacado ao transformar embalagens vazias pós-consumo em novos produtos e matérias-primas industriais.
O fim da safra não significa mais o ponto final para as embalagens de defensivos agrícolas utilizados nas lavouras brasileiras. Todos os anos, essas embalagens são recicladas e se transformam em novos produtos.
A empresa atua na etapa final desse ciclo, convertendo a resina reciclada das embalagens devolvidas em novas embalagens e tampas que voltam ao mercado, reforçando o conceito de economia circular. Ao transformar aquilo que antes era um problema ambiental em matéria-prima para novos processos produtivos, o modelo brasileiro demonstra que é possível gerar valor econômico, reduzir impactos ambientais e ser uma referência internacional em gestão sustentável de resíduos.
Única empresa do país a produzir novas embalagens de defensivos agrícolas a partir de resina reciclada, a Campo Limpo é a pioneira mundial nessa empreitada. Desde 2008, já produzimos mais de 120 milhões de embalagens recicladas e atendemos às principais indústrias de defensivos agrícolas instaladas no Brasil. A sustentabilidade da nossa produção e a qualidade dos nossos produtos garantem o sucesso dos nossos negócios.
A reciclagem e a transformação das embalagens vazias acontece nas duas fábricas da Campo Limpo, em Taubaté e Ribeirão Preto, interior paulista. Costumo dizer que o movimento do “campo a Campo Limpo” transforma o agro brasileiro, provando que a economia circular pode ganhar escala industrial e ser rentável,
Um ciclo que não se encerra:
No Brasil, a legislação obriga o produtor rural a devolver as embalagens de defensivos agrícolas (pós-uso) nas unidades de recebimento do Sistema Campo Limpo. Antes da entrega, é preciso que a embalagem seja tríplice lavada e inutilizada (por meio de furos) pelo próprio agricultor.
Embalagens produzidas a partir da resina reciclada contam com a mesma segurança, qualidade e integridade daquelas feitas com resina virgem, porém, com um impacto ambiental drasticamente menor. Ao reciclar, evitamos o uso de matéria-prima virgem, derivada do petróleo. Além disso, há uma queda significativa na emissão de gases do efeito estufa associada à fabricação.
Desde 2008, ano de sua fundação, a Campo Limpo já produziu mais de 120 milhões de embalagens recicladas para defensivos agrícolas. Para os próximos anos, a empresa deve investir cerca de R$ 140 milhões para aumentar a sua capacidade produtiva.
Fonte: Marcelo Okamura - presidente da Campo Limpo Reciclagem e Transformação de Plásticos S.A..
A empresa atua na etapa final desse ciclo, convertendo a resina reciclada das embalagens devolvidas em novas embalagens e tampas que voltam ao mercado, reforçando o conceito de economia circular. Ao transformar aquilo que antes era um problema ambiental em matéria-prima para novos processos produtivos, o modelo brasileiro demonstra que é possível gerar valor econômico, reduzir impactos ambientais e ser uma referência internacional em gestão sustentável de resíduos.
Única empresa do país a produzir novas embalagens de defensivos agrícolas a partir de resina reciclada, a Campo Limpo é a pioneira mundial nessa empreitada. Desde 2008, já produzimos mais de 120 milhões de embalagens recicladas e atendemos às principais indústrias de defensivos agrícolas instaladas no Brasil. A sustentabilidade da nossa produção e a qualidade dos nossos produtos garantem o sucesso dos nossos negócios.
A reciclagem e a transformação das embalagens vazias acontece nas duas fábricas da Campo Limpo, em Taubaté e Ribeirão Preto, interior paulista. Costumo dizer que o movimento do “campo a Campo Limpo” transforma o agro brasileiro, provando que a economia circular pode ganhar escala industrial e ser rentável,
Um ciclo que não se encerra:
No Brasil, a legislação obriga o produtor rural a devolver as embalagens de defensivos agrícolas (pós-uso) nas unidades de recebimento do Sistema Campo Limpo. Antes da entrega, é preciso que a embalagem seja tríplice lavada e inutilizada (por meio de furos) pelo próprio agricultor.
Embalagens produzidas a partir da resina reciclada contam com a mesma segurança, qualidade e integridade daquelas feitas com resina virgem, porém, com um impacto ambiental drasticamente menor. Ao reciclar, evitamos o uso de matéria-prima virgem, derivada do petróleo. Além disso, há uma queda significativa na emissão de gases do efeito estufa associada à fabricação.
Desde 2008, ano de sua fundação, a Campo Limpo já produziu mais de 120 milhões de embalagens recicladas para defensivos agrícolas. Para os próximos anos, a empresa deve investir cerca de R$ 140 milhões para aumentar a sua capacidade produtiva.
Fonte: Marcelo Okamura - presidente da Campo Limpo Reciclagem e Transformação de Plásticos S.A..
