Mergulho no refúgio ecológico de Alcatrazes

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Na década de 1960, alguns brasileiros começaram a fazer cursos no exterior e deram início à prática do mergulho no país. Os equipamentos necessários para o esporte foram trazidos por pilotos de companhias aéreas dos Estados Unidos nesse mesmo tempo.

O desenvolvimento do mergulho foi rápido e logo algumas certificadoras internacionais abriram as portas no país. Um grande salto na popularidade da prática veio com a visita do francês Jacques Cousteau ao Brasil na década de 1980. Imagens dele mergulhando com botos-cor-de-rosa no Rio Amazonas certamente inspiraram pessoas em todo o mundo.

Hoje em dia, por toda costa brasileira, o mergulho é praticado. Em São Paulo, em Juquehy, o Hiu Hotel oferece aos hóspedes uma série de mergulhos e uma visita embarcada ao refúgio ecológico do arquipélago de Alcatrazes. Distante 35 km ao sul de São Sebastião, no litoral norte de São Paulo, o pico possui 10 pontos de mergulho com diferentes níveis de dificuldade.

O arquipélago de Alcatrazes é protegido como uma unidade de conservação integral da marinha nacional, com extrema importância por toda sua biodiversidade marinha, com a maior quantidade de peixes do Sudeste.

O local também é habitado por uma série de algas, esponjas e corais, além de ser refúgio de tartarugas marinhas, baleias, golfinhos e diversas espécies de tubarões. Budiões, que normalmente são ariscos, permitem sua aproximação e são maiores do que o que costumamos ver em outros pontos de mergulho na costa brasileira. Entre os 10 pontos estão a Tartaruga e Baba de Boi, ambom com muita facilidade para que iniciantes pratiquem o mergulho, e os pontos Tubarão e Parcel 5, considerados de grau avançado de dificuldade.


Fonte: Amelia Whitaker

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