Região atrai turistas pelo seu patrimônio cultural, geológico e histórico


Que o Brasil possui diversas riquezas naturais, já sabemos, mas algumas delas ainda estão escondidas, como é o caso do Geoparque Seridó, localizado no estado do Rio Grande do Norte. A região, ainda pouco conhecida pelos brasileiros, tem muito a oferecer com seus 2.800 quilômetros quadrados, no coração do semiárido nordestino, vistas de tirar o fôlego e uma rica biodiversidade.

Conhecer o Seridó e suas belezas vai além de uma simples viagem, é uma experiência única que pode ser vivida por meio de expedições de turismo sustentável. O Geoparque Seridó tem um povo hospitaleiro, junto a um excepcional patrimônio cultural, geológico e histórico. São essas experiências que fazem com que as pessoas possam se sensibilizar cada vez mais na necessidade de preservação e conservação do nosso meio ambiente, fazendo com que o viajante se sinta parte do local visitado.


Além das atrações naturais, com paisagens deslumbrantes, açudes, trilhas e um pôr do Sol mais lindo do que o outro, os turistas podem se alimentar da deliciosa da culinária local e degustar doces típicos da região, além de assistirem a uma apresentação de literatura de cordel com a Aninha do Totoró e ao teatro de bonecos no Solar das Artes.


Oficina de esculturas em lápis, com Adriano Campelo, de pinturas rupestres e de macramê, aula de Kung Fu para iniciantes, noite de forró, meditação no pôr do Sol no Portal do Universo e jantar com fogueira são algumas das outras atrações que os turistas podem aproveitar para aprender sobre uma nova cultura, além de se divertir, claro!

Reconhecimento de Geoparque Mundial pela UNESCO:

A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), indicou o Geoparque Seridó e o Caminho dos Cânions do Sul para se tornarem um geoparque mundial. A indicação ocorreu durante a 6ª Reunião Estatutária da Organização, evento realizado em dezembro de 2021. O próximo passo para que o Geoparque Seridó entre no grupo é o endosso do resultado por parte do Conselho Executivo da UNESCO, que deverá acontecer em abril de 2022.


“O reconhecimento desse território como um Geoparque Mundial da UNESCO vai promover o desenvolvimento regional sustentável a partir do turismo sustentável, da conservação do meio ambiente e dos patrimônios natural e cultural”, complementa Janaína.


Os geoparques mundiais são reconhecidos pela UNESCO pela importância científica, cultural, paisagística, geológica, arqueológica, paleontológica e histórica. Nessas regiões, todo o ambiente é preservado, podendo ser aberto para visitação por meio do turismo sustentável, gerando desenvolvimento para as comunidades locais. A designação desses novos geoparques elevará o número total de locais da Rede Global de Geoparques da UNESCO de 168 para 177, em 46 países.

Fonte: Janaína Medeiros, facilitadora da Vivalá - Turismo Sustentável no Brasil na região.

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