88% dos brasileiros viajam para descansar a mente


O tempo que estamos em casa aumentou nosso desejo de viajar, e mesmo com todas as incertezas que o cenário atual nos traz, é sempre tempo de planejar viagens futuras enquanto aguardamos ansiosos pelo momento em que poderemos vivenciar o mundo novamente. Afinal, são inúmeras as motivações para realizar uma viagem. 

No caso dos brasileiros, uma pesquisa que entrevistou 47.728 pessoas em 28 países, sendo quase 2 mil do Brasil, revelou que 88% viajam para tirar um tempo para descansar a mente.

Outros principais motivadores para os brasileiros fazerem uma viagem são poder dar um tempo para relaxar e conhecer o máximo possível de um destino (85% cada). Já 81% são motivados pelo fato de poderem redescobrir bons momentos do passado por meio de uma viagem, e neste quesito os brasileiros ocupam a primeira colocação entre os quatro países da América Latina pesquisados – Brasil, Argentina, Colômbia e México.

Quando se trata de fatores que contribuem para a definição do destino de uma viagem, 90% dos brasileiros preferem lugares com cenários de belezas naturais, empatados com os argentinos e mexicanos. 

O mesmo número prioriza locais onde se sintam seguros – e aqui os brasileiros lideram o ranking –, enquanto 89% buscam lugares que prezam pela limpeza. Em seguida, 86% dos viajantes do país consideram importante ter uma culinária local saborosa, e 85% desejam destinos com belas praias.

No que diz respeito a viagens domésticas, especificamente, 94% dos brasileiros se sentem encorajados a continuar viajando para destinos nacionais no futuro. Além disso, 79% disseram que viagens domésticas permitem que eles viajem mais com amigos e familiares de uma forma que as internacionais não fazem, enquanto mais da metade dos viajantes brasileiros (54%) disseram preferir viagens domésticas a internacionais.


Fonte: Pesquisa encomendada pela Booking.com e conduzida de forma independente entre uma amostra de 47.728 entrevistados em 28 países, por meio de questionário online, em novembro de 2020.

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