quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

A diferença entre ser apenas chefe e ser um líder é sua inteligencia emocional


O mercado de trabalho pede cada vez mais um currículo recheado de boas qualificações, diplomas, cursos, idiomas, etc... Mas de que adianta um profissional tecnicamente perfeito, se na hora em que a pressão e o estresse do dia a dia acontecem principalmente no mundo dos negócios, ele não sabe agir?

De acordo com a Career Builder, 71% dos executivos de RH afirmam que valorizam mais a Inteligência Emocional na contratação ou promoção de um funcionário, do que seu QI. Os executivos afirmam que um indivíduo emocionalmente saudável consegue manter a calma sob pressão, tem empatia pelos colegas de trabalho, resolve conflitos efetivamente, toma as melhores decisões e é visto como um exemplo dentro da empresa, liderando a equipe pelo respeito que conseguiu.

“Não se pode falar em sucesso profissional sem mencionar Inteligência Emocional.” afirma a coach e psicanalista Andreia Rego. “Para criar relacionamentos estáveis - e nesse caso, um bom networking - é preciso aprender a lidar com as emoções e, principalmente, as frustrações.”, diz.

Segundo a especialista, quando falta essa inteligência, a pessoa é incapaz de tomar decisões com discernimento porque as emoções acabam afetando o raciocínio lógico. E se é um profissional em um cargo de liderança, este não consegue conduzir seu staffharmoniosamente. 

“De uma maneira resumida, a inteligência emocional é a capacidade de um indivíduo de controlar as suas emoções para alcançar objetivos com serenidade”, comenta Andreia.

A psicanalista ainda diz que a falta de inteligência emocional pode prejudicar a imagem do funcionário na empresa, o que diretamente também afeta seu desempenho e até mesmo como os profissionais ao seu redor, e subordinados, trabalham. 

“Por isso que líderes são respeitados. Eles não apenas delegam e mandam, eles conduzem e sabem trabalhar em equipe, aceitando a individualidade de cada um. Quando uma pessoa é apenas o chefe da equipe, mas não tem liderança, ele é temido, e não respeitado”, conclui a especialista.

O profissional que é equilibrado e age com consciência dos seus atos, tem mais facilidade de adaptação e aprendizado, e apresenta maiores chances de ser bem sucedido na carreira.



Fonte: Andreia Rego

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