segunda-feira, 28 de janeiro de 2019

Como escolher o protetor solar?


Sol, calor, banhos de mar e piscina. Basta o verão chegar para que os brasileiros reafirmem sua paixão pelas praias e atividades ao ar livre, ainda mais entre dezembro e janeiro, quando a maioria das famílias planeja suas viagens de férias. No entanto, se comprovado que a exposição à radiação solar causa danos à pele, independentemente da estação climática, é preciso redobrar o cuidado nessa época do ano.

Priscila Navarenho, docente da área de saúde e bem-estar do Senac Guaratinguetá, ressalta que para prevenir o envelhecimento precoce, o surgimento de manchas escuras e o câncer de pele, é fundamental aplicar o protetor solar regularmente. Ao escolher o produto, devem sempre ser considerados os seguintes aspectos: resistência à água e à transpiração; penetração e fixação na epiderme; estabilidade à luz, ao ar, à umidade e ao calor; tolerância da pele e absorção ou reflexão de radiações nocivas.

O Fator de Proteção Solar (FPS) é outra propriedade que deve ser avaliada na compra do produto. Para escolher o mais adequado, é preciso levar em consideração as particularidades da pele - sensibilidade e vermelhidão, o fator tempo-dependente do filtro e o tempo de exposição do indivíduo aos raios UV (ultravioleta). 

Se um indivíduo pode permanecer, por exemplo, durante 10 minutos sob o sol sem se queimar, e está utilizando um filtro solar com FPS 15, ele poderá ficar 150 minutos sob o sol que estará protegido pelo filtro. Isso levando em consideração que o filtro seja utilizado de maneira correta (quantidade e número de replicações).

“Passar o filtro solar somente quando se chega à praia ou piscina é um equívoco. A aplicação do produto deve ocorrer pelo menos 30 minutos antes da exposição ao sol, sendo reforçada após qualquer atividade que cause intensa transpiração, ou ao entrar em contato com a água e a areia. As atividades ao ar livre devem ser realizadas nos horários em que a incidência dos raios solares é menos intensa.”

No entanto, Priscila enfatiza que é importante adotar outras formas de proteção. “Os olhos devem receber a barreira dos óculos escuros, com efetivo bloqueio de raios ultravioleta, além de bonés e chapéus. Já para os cabelos, os hidratantes e protetores capilares são muito bem-vindos, não esquecendo da realização da hidratação pós-exposição. Cuidados como esses devem ser mantidos ao longo de todo o ano.”


Fonte: Priscila Navarenho - docente da área de saúde e bem-estar do Senac


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