A longevidade não é um nicho, é uma das maiores forças econômicas do mundo A mentalidade brasileira precisa mudar e urgentemente: o modelo ideal é de moradia independente, comunidade leve, com serviços opcionais e sem cuidados médicos. Envelhecer precisa deixar de ser sinônimo de assistencialismo.
Segundo a World Health Organization, o número de pessoas com mais de 60 anos deve ultrapassar 2,1 bilhões até 2050, praticamente dobrando nas próximas décadas. Esse movimento impulsiona a chamada economia prateada, que já movimenta mais de US$ 15 trilhões por ano globalmente, de acordo com estudos da Oxford Economics. Na Europa, esse mercado representa cerca de €3,7 trilhões anuais, o equivalente a aproximadamente 25% do PIB da União Europeia, segundo a European Commission.
Nos países nórdicos, considerados referência global em longevidade, o impacto dessa transformação já se traduz em novos modelos de moradia. Dados da OECD mostram que mais de 85% das pessoas acima de 65 anos vivem de forma independente, com suporte leve e comunitário, um modelo que prioriza autonomia e integração urbana, em oposição à institucionalização.

No Brasil, o cenário demográfico segue na mesma direção, mas o mercado imobiliário ainda responde de forma limitada. O país já conta com mais de 30 milhões de pessoas acima de 60 anos, número que deve praticamente dobrar até 2060, segundo o IBGE. Apesar disso, menos de 1% da população tem acesso a moradias estruturadas voltadas à longevidade, evidenciando uma lacuna significativa no setor.
Além dos dados demográficos, o comportamento do público reforça essa mudança. Em pesquisa proprietária conduzida pela Söderhem com pessoas acima de 55 anos, 65% se enxergam como ativos em uma nova fase da vida, enquanto 67% não se consideram idosos. Ao mesmo tempo, 85% afirmam intenção de mudar de moradia nos próximos anos, não por necessidade, mas por busca de qualidade de vida, praticidade e autonomia.
O que vemos não é apenas um envelhecimento da população, mas uma redefinição completa dessa fase da vida. Esse público não busca assistência. Busca continuar vivendo com liberdade, propósito e conexão.
É nesse contexto que a Söderhem se consolida como uma das principais referências no Brasil na construção desse novo modelo. Com origem sueco-brasileira e vivência direta nos mercados nórdicos, a empresa atua como ponte entre um sistema já validado internacionalmente e o potencial ainda pouco explorado no país.
A proposta rompe com os modelos tradicionais de moradia para o público maduro, que historicamente se concentram em soluções assistenciais. Em vez disso, aposta em comunidades residenciais voltadas à vida ativa, com arquitetura contemporânea, serviços sob demanda e forte componente de convivência, sem abrir mão da autonomia.
Esse movimento ganha agora um marco importante com o primeiro projeto da Söderhem no Brasil, desenvolvido em parceria inédita com a DOMINI Incorporadora, empresa com mais de 27 anos de atuação no mercado imobiliário. O empreendimento será lançado em Florianópolis, um dos mercados mais valorizados do país e com perfil altamente aderente ao público de longevidade ativa.
Ao longo dos últimos anos, a Söderhem vem se posicionando como uma das principais chancelas desse movimento no Brasil, ajudando a estruturar um novo entendimento sobre moradia, envelhecimento e qualidade de vida. Mais do que um empreendimento isolado, a empresa representa o início de uma nova categoria no setor imobiliário brasileiro.
Se a economia prateada já redefine mercados na Europa e nos Estados Unidos, no Brasil ela começa agora a ganhar forma e os primeiros projetos devem determinar o padrão de uma demanda que tende a crescer de forma acelerada nas próximas décadas.
Nos países nórdicos, considerados referência global em longevidade, o impacto dessa transformação já se traduz em novos modelos de moradia. Dados da OECD mostram que mais de 85% das pessoas acima de 65 anos vivem de forma independente, com suporte leve e comunitário, um modelo que prioriza autonomia e integração urbana, em oposição à institucionalização.

No Brasil, o cenário demográfico segue na mesma direção, mas o mercado imobiliário ainda responde de forma limitada. O país já conta com mais de 30 milhões de pessoas acima de 60 anos, número que deve praticamente dobrar até 2060, segundo o IBGE. Apesar disso, menos de 1% da população tem acesso a moradias estruturadas voltadas à longevidade, evidenciando uma lacuna significativa no setor.
Além dos dados demográficos, o comportamento do público reforça essa mudança. Em pesquisa proprietária conduzida pela Söderhem com pessoas acima de 55 anos, 65% se enxergam como ativos em uma nova fase da vida, enquanto 67% não se consideram idosos. Ao mesmo tempo, 85% afirmam intenção de mudar de moradia nos próximos anos, não por necessidade, mas por busca de qualidade de vida, praticidade e autonomia.
O que vemos não é apenas um envelhecimento da população, mas uma redefinição completa dessa fase da vida. Esse público não busca assistência. Busca continuar vivendo com liberdade, propósito e conexão.
É nesse contexto que a Söderhem se consolida como uma das principais referências no Brasil na construção desse novo modelo. Com origem sueco-brasileira e vivência direta nos mercados nórdicos, a empresa atua como ponte entre um sistema já validado internacionalmente e o potencial ainda pouco explorado no país.
A proposta rompe com os modelos tradicionais de moradia para o público maduro, que historicamente se concentram em soluções assistenciais. Em vez disso, aposta em comunidades residenciais voltadas à vida ativa, com arquitetura contemporânea, serviços sob demanda e forte componente de convivência, sem abrir mão da autonomia.
Esse movimento ganha agora um marco importante com o primeiro projeto da Söderhem no Brasil, desenvolvido em parceria inédita com a DOMINI Incorporadora, empresa com mais de 27 anos de atuação no mercado imobiliário. O empreendimento será lançado em Florianópolis, um dos mercados mais valorizados do país e com perfil altamente aderente ao público de longevidade ativa.
Ao longo dos últimos anos, a Söderhem vem se posicionando como uma das principais chancelas desse movimento no Brasil, ajudando a estruturar um novo entendimento sobre moradia, envelhecimento e qualidade de vida. Mais do que um empreendimento isolado, a empresa representa o início de uma nova categoria no setor imobiliário brasileiro.
Se a economia prateada já redefine mercados na Europa e nos Estados Unidos, no Brasil ela começa agora a ganhar forma e os primeiros projetos devem determinar o padrão de uma demanda que tende a crescer de forma acelerada nas próximas décadas.

