quarta-feira, 15 de agosto de 2018

Roteiro pela Grécia em homenagem ao musical Mamma Mia


A partir de maio de 2019, a Star Clippers terá um roteiro de veleiro pela Grécia em homenagem à famosa comédia romântica Mamma Mia, baseada nas canções do grupo ABBA, e que acaba de lançar um segundo filme. Intitulada “Mamma Mia Highlights” a viagem passa pelas mais belas ilhas gregas em um itinerário de 7 noites, de Atenas a Atenas, percorrendo várias das regiões onde foram filmados “Mamma Mia!” e “Mamma Mia: Lá Vamos Nós de Novo ”.


Entre os destaques, os navegantes visitarão a ilha de Skopelos, que abriga o cenário mais icônico do primeiro longa, na pequena capela onde a personagem Sophie (no papel de Amanda Seyfried) se casa. Também localizado em Skopelos, está a vista deslumbrante do hotel “Villa Donna” (que na realidade era um set de filmagem criado para o filme) e a praia de Kastani, onde Tanya (Christine Baranski) canta o hit "Does Your Mother Know".


A rota cinematográfica também visitará a ilha de Skiathos, onde o charmoso porto foi o cenário do trecho em que os três pais (nos papéis de Pierce Brosnam, Colin Firth e Stellan Skarsgard) se encontram pela primeira vez, ainda no primeiro filme. A companhia oferecerá 4 saídas do itinerário em 2019: 18 de maio, 8 de junho, 29 de junho e 17 de agosto.


- Sobre Star Clippers:

A Star Clippers opera três das maiores e mais altas embarcações a vela do mundo. Visitando portos muitas vezes intocados por cruzeiros de grandes navios e oferecendo aos passageiros atividades, instalações e atmosfera de um iate privado.


Os passageiros desfrutam do romantismo de velejar a bordo de um verdadeiro grande veleiro em uma atmosfera relaxada, com altos padrões de serviço, providenciado pela atenta tripulação. Todas as três embarcações possuem decks expansivos em teca, piscinas, sala de refeições informais, bares tropicais conviviais localizados nos decks e piano lounges. Elas são largas o suficiente para oferecer acomodações de primeira classe, mas pequenas o suficiente para ancorar em portos intocados por grandes navios de cruzeiros.


Fonte: Adriana Mazza


Os cinco maiores problemas no atendimento ao cliente em restaurantes


Não creio que o mau atendimento em restaurantes possa ser resumido em apenas alguns apontamentos. As reclamações são inúmeras e, muitas vezes, não existe muito esforço por parte de donos e gestores em ouvir os seus clientes. Porém, em minhas andanças pelo mundo, cinco reclamações são muito recorrentes e, pasmem, muito simples serem solucionadas. São elas:

1- Falta de treinamento e qualificação específica para o atendimento do público frequentador de restaurantes:

Não basta que o trabalhador-colaborador se apresente com sorriso, perfumado e educado. É preciso que ele tenha conhecimento específico e qualificação necessária para o ambiente de restaurante. Não creio que um atendente de loja, banco ou outro tipo de comércio, por melhor que seja, esteja preparado para esse tipo de atendimento. Aqui não estamos falando somente da educação com as pessoas, mas da postura em saber servir bem, da maneira correta, de explicar os pratos, o funcionamento da casa, de elaborar bem uma mesa. Enfim, um atendente bem preparado faz toda a diferença na experiência do cliente com o estabelecimento.

2- Postura e apresentação pessoal:

A primeira regra para aqueles que vão desempenhar funções relacionadas à alimentação em restaurantes é a higiene absoluta. Cuidados com os cabelos, unhas, dentes e pelos devem ser observados com rigor. O uso de desodorantes, cremes e perfumes precisa ser administrado com cuidado e sem excessos nos odores e aromas, visto que esse excesso pode incomodar e interferir no olfato dos clientes, causando desconforto dentro do ambiente.

A regra pede o uso de uniformes que deixe claro para o cliente a função de cada um no local. Os trabalhadores da cozinha, limpeza, bar, atendimento e recepção devem ser apresentar de modo claro quanto à identificação, utilizando-se de uniformes adequados, confortáveis e com visual compatível à proposta do restaurante. Os excessos devem ser evitados e somente admitidos nos casos onde a harmonia do conjunto tiver uma leitura clara pelo cliente. Lembre-se: o bonito e exótico para o dono, pode ser um desastre aos olhos dos frequentadores.

Gestos contidos e acolhedores devem ser o norte na apresentação do colaborador. Palavras gentis e olhar na direção dos olhos de cada cliente devem ser o comportamento observado e constante e, do qual, jamais ser deixado de lado.


Conter os excessos de intimidade, ainda que se trate de cliente habitual ou amigo no meio externo, necessita de constante prática, uma vez que são frequentes os casos onde amizades, parentesco ou situações do meio externo são trazidos para o ambiente de trabalho. É muito importante que o colaborador tenha claro que sua posição é a de servir, atender e acolher o cliente. No ambiente do restaurante, cada profissional assume seu papel e, quando um amigo chega, chegou um cliente. Quando um parente chega, chegou um cliente. Quando um desafeto chega, chegou um cliente. Portanto, o sucesso do atendimento está ligado diretamente à postura adotada pelos profissionais, do dono aos responsáveis pela limpeza.

3- Mau humor / Cara amarrada:

Acredito que muitos de vocês já se depararam com uma cena constrangedora ao serem atendidos por alguém mal-humorado ou com a “cara marrada”.

Ninguém merece! Não saímos de nossos lares e elegemos um restaurante para, logo de cara, sermos atendidos por uma pessoa que está demonstrando estar infeliz naquele trabalho ou naquele ambiente. Isso reflete diretamente na sequência dos eventos e, muitas vezes, não há como contornar. A primeira impressão é a que fica!

O sorriso elegante e contido deve ser constante no rosto daqueles que exercem a nobre arte do servir. Gestos leves e suaves, acompanhados por um tom de voz audível, firme e delicado é tudo o que esperamos receber quando entramos em um restaurante.


Se algum colaborador chegar ao local de trabalho estando cabisbaixo, sem um sorriso nos lábios ou sem a paciência que requer essa importante missão, transfira-o para um setor que ele não precise interagir com os clientes. Este simples cuidado, certamente, evitará constrangimentos.

4- Corrigir não é constranger:

É inadmissível que um proprietário ou gerente de restaurante queira corrigir ou chamar a atenção do colaborador no meio do salão, constrangendo-o na frente dos clientes e dos demais empregados. Primeiro em razão do desconforto para o cliente, que não está ali para ser incomodado com as questões de gestão da casa. Segundo, porque o colaborador é merecedor de respeito e tem o direito de não ser constrangido em público, ainda que a falta seja grave. Corrigir não é constranger e empregado não é escravo.

A orientação na forma de uma forte reprimenda até pode surtir efeito, mas se for feita na forma de humilhação e constrangimento, certamente, resultará em uma tragédia. Não há cliente feliz percebendo a infelicidade daqueles que lhe servem.

Além disso, prefiro pensar serem raras as pessoas que acreditam que os profissionais que os servem são pessoas menores. Pelo contrário, a “gorda gorjeta” e a fidelidade do cliente são consequências positivas de um trabalho bem feito, do proprietário ao responsável pela limpeza.



5- O cardápio é igual a um contrato: deve ser cumprido:

Muitos proprietários-gestores de restaurantes ainda não perceberam a importância e a relevância do cardápio em refletir a exata imagem daquela casa. Não é possível que eles se preocupem tanto em elaborar cardápios bonitos, criativos e ilustrados, sendo que aquilo que a cozinha e o bar oferecem não reflete o proposto.

Não adianta um cardápio conter dezenas de pratos, se a cozinha não está preparada para uma demanda tão variada. O menu de comidas e bebidas deve receber o mesmo cuidado e atenção que o proprietário tem ao escolher o nome, enxoval e a decoração do restaurante.

O proprietário-gestor deve se atentar para o fato de que o cliente visita o cardápio e se enche de expectativas que não devem, em hipótese alguma, ser frustradas. Um cliente, muitas vezes, entra em um restaurante para o simples ato de “matar a fome”, enquanto outros o fazem como um ato de descontração e lazer. No entanto, ambos são clientes e os dois merecem o mesmo tratamento e cuidado. O “mata fome” de hoje, certamente, será o cliente do lazer de amanhã.



Quando um cardápio não consegue revelar a “verdade” daquele lugar, certamente o fracasso se avizinha. Comida e bebida que necessitam retornar a cozinha, salvo algum pedido especial feito pelo cliente, certamente denota que algo não vai bem.

Um cardápio simples e com poucas opções pode ser um porto seguro para ancorar o barco do sucesso. Mais vale um “picadinho” bem feito do que a aventura de uma lagosta sem sabor.



Fonte: Edson Pudence 
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Passo a passo para uma viagem segura com as crianças


Viajar é sempre bom, mas exige planejamento. Quando se fala em viagem com crianças, então, a organização deve ser ainda mais caprichada e minuciosa, já que os pequenos precisam de mais cuidados. A April Brasil Seguro Viagem preparou um passo a passo para viajar com as crianças para ajudar os pais, tios ou avós em suas próximas férias.

1. Escolha do destino:

O cuidado já começa aqui. É preciso escolher um destino que os pequenos gostem, que tenha uma boa estrutura para recebê-los e um trajeto confortável (evitando longas viagens de carro ou ônibus, por exemplo). Para eles, praias e parques de diversão são os campeões!

2. Planejamento dos detalhes:

Hora de fazer a reserva de hotéis, voos e transfers. Se a viagem for de avião, a sugestão é evitar múltiplas escalas ou conexões muito longas, para que a família não comece as férias cansada. Para os hotéis, vale buscar opções com clube infantil e refeições especiais para os pequenos. Por fim, é preciso pensar em como se locomover pela cidade, como transfer, táxis ou carro alugado. Para a última opção, será necessário reservar o assento infantil para garantir a segurança do passageiro mirim. Confira também os documentos necessários para embarcar e vacinas recomendadas pelo destino.

3. Pesquisa de passeios e atrações:

É melhor não deixar para decidir o que fazer na hora H! A pesquisa é a melhor amiga dos viajantes. Recomenda-se que sejam feitas buscas de atrações e passeios com antecedência, para garantir que os lugares escolhidos estejam abertos à época da viagem e que as crianças não terão problemas com limites de idade. O melhor é fazer uma lista com tudo o que se quer fazer e ir encaixando na programação de acordo com o clima do dia, disposição de todos, etc.

4. Contratação de seguro viagem:

Como longos voos, mudanças de temperatura e dias cansativos podem diminuir a imunidade de qualquer um, é essencial viajar seguro, principalmente quando se está com crianças. Os planos da April Brasil Seguro Viagem têm coberturas para despesas médicas, hospitalares e odontológicas, além de upgrades que garantem indenizações em caso de extravio de bagagem ou cancelamento da viagem.

5. Lista do que levar:

Aqui, a dica é pensar o que será necessário para manter os pequenos tranquilos. Como eles costumam estar habituados a uma rotina, vale levar o pijama favorito, o urso que eles abraçam na hora de dormir, brinquedos para o banho, tablet com vídeos e jogos e mesmo snacks que eles gostem. É importante também lembrar itens que eles precisam no dia a dia, como carrinho e mamadeira.


Fonte: Jessica Ferreira


Desentendimentos na comunicação: “Eu falo, mas ninguém me entende!”

Caroline Penteado - Psicóloga e Coach de Alta Performance Emocional

Essa é uma frase muito frequente nos consultórios e terapias. Aliás, os especialistas dizem que essa é uma queixa comum durante as sessões.

“Esse é um tema que ‘bomba’ nos pedidos de ajuda. Ou ainda, situações em que qualquer coisa que você fale possa ser interpretada de uma forma totalmente diferente da sua intenção, que acaba te fazendo pisar em ovos na relação”, ressalta a especialista Caroline Penteado.

- Você também passa por isso?

Existe uma frase que corre as redes sociais dizendo: “Eu sou responsável pelo que digo e não pelo que você entende!”.

Carol esclarece que, na prática, não é bem assim, pois normalmente isso gera muitos desentendimentos.

“Você pode realmente não saber o que o outro entende, mas pode ficar atento para as mensagens que emite”, lembra.
Ou seja, muitas vezes não somos claros na forma como nos comunicamos.

Um exemplo é quando falamos de sentimentos para traduzir coisas que não são sentimentos. Ou usamos palavras que não são desse contexto para comunicarmos como nos sentimos.

“E isso gera uma confusão imensa no receptor da mensagem. Até arrisco a dizer que gera confusão na cabeça de quem fala também”, instiga.


- Como evitar desentendimentos?

A psicóloga aponta alguns tópicos que a pessoa que não se sente compreendida deve analisar. Quais foram as palavras que você usou? Com qual tom de voz foi dito? E, principalmente, você utilizou frases que transmitem juízo de valor ou avaliação?

“Quando empregamos frases que contêm avaliação moral (certo, errado, bom ou ruim, ou ainda generalizações, por exemplo), a janela da comunicação se fecha quase que automaticamente”, esclarece a coach.

Então, ela dá quatro dicas sobre comunicação que se forem aplicadas, certamente a comunicação será mais assertivo, além de as pessoas realmente receberem a mensagem enviada.

1.Observe sem avaliar;

2.Comunique seu sentimento real;

3.Fale sobre a sua necessidade fidedigna;

4.Faça um pedido claro.

Caroline expõe o exemplo: seu marido deixou a toalha molhada em cima da cama mais uma vez e você realmente já está aborrecida de mais com a situação. Sua primeira reação é falar: “É a milésima vez que você deixa a toalha molhada em cima da cama, você é surdo por acaso? Eu falo, falo, falo e você nunca faz o que eu peço, eu não sou sua empregada!” (e por aí vai).


“Utilizando as dicas que dei acima, podemos ressignificar a forma como você comunica, para gerar empatia na pessoa que está te ouvindo”.

1.Percebi que você deixou a toalha molhada em cima da cama novamente;

2.Quando isto acontece me sinto triste;

3.Pois tenho a necessidade de manter a casa arrumada;

4.Você poderia colocar a toalha no cesto?

“Um dos maios segredos está em se basear na comunicação não violenta”, revela a especialista.

Ou seja, você não utilizou uma linguagem avaliativa, logo, deixou o canal de diálogo aberto com o outro, para que ele responda ao seu pedido.

“Essa técnica pode ajudar você a entrar em contato com o que você realmente sente. Além de também expressar seus sentimentos de maneira clara e objetiva, o que irá manter as relações mais saudáveis”, finaliza.



Fonte: Caroline Penteado – Psicóloga e Coach de Alta Performance Emocional