terça-feira, 14 de agosto de 2018

Saiba como tirar o visto adequado para trabalhar e estudar no exterior


Estudar e trabalhar no exterior é o objetivo de muitos brasileiros. É só olhar ao redor que você encontrará pessoas prontas para arregaçarem as mangas e pôr a mão na massa fora do Brasil. Países como Canadá e Irlanda são super-receptivos a estrangeiros, e estão sempre prontos para receber brasileiros. No Canadá, só no primeiro trimestre de 2018, o número de vagas de emprego teve uma alta de 19,3%, de acordo com o Statistics Canada. Na Irlanda, o censo de 2016 apresentou um crescimento de 60% de brasileiros nos últimos cinco anos. Esse é um cenário bem positivo para os interessados em partir nesta experiência internacional.

Antes de deixar tudo de lado, arrumar a mala e comprar as passagens para esses destinos, é importante pensar em um visto que permita além do estudo o trabalho em outro país. A emissão desse documento pode trazer muitas dúvidas e para desmistificar o processo e ajudar o intercambista a se preparar, a Diretora da Divisão de Vistos da CI Intercâmbio e Viagem, Fátima Kaiser, explica de forma prática como funciona o processo em alguns países. Então, não entre em pânico.

“Não são todos os países que permitem conciliar trabalho e estudo, por esse motivo é essencial pesquisar bem os destinos, se este é o seu intuito. Além disso, cada país tem as suas regras para tirar o visto de estudante, por isso a importância do direcionamento especializado”, comenta Fatima Kaiser.


- Como tirar o visto de estudante canadense?

Se você pensa em ir para o Canadá, a primeira coisa a fazer é preparar toda a documentação exigida pelo país e se programar com antecedência. “Todo o processo de visto é feito no Brasil, e poderá ser feito de forma online ou diretamente no Centro de Aplicação de Vistos Canadenses. Em determinado momento do processo será necessário apresentar o passaporte no consulado para que seja afixada a etiqueta com o visto adequado, mesmo para os casos de aplicação online”, explica.



É fundamental ter em mãos a carta de aceitação, que comprova que o estudante foi aceito em uma instituição de ensino Canadense. “Se a intenção é conciliar com trabalho, precisará ainda de uma carta que comprove que o trabalho é permitido para o curso escolhido. Somente cursos de graduação e pós graduação permitem trabalho. Importante verificar se o curso em questão dá essa possibilidade” afirma a diretora .

- Como tirar o visto de estudante australiano?

Na terra dos cangurus, o primeiro passo, assim como no Canadense, é reunir toda a documentação. O visto é feito de forma online, ainda no Brasil, em uma plataforma disponibilizada pela imigração australiana.

“Não é necessário apresentar o passaporte original para afixar a etiqueta, a autorização de visto é recebida por e-mail e basta imprimir e levar junto com o passaporte, porque as autoridades australianas já saberão que o aluno tem o visto aprovado em seus sistemas”, explica.

Com o visto adequado, o aluno que estiver matriculado em uma escola por mais de três meses pode trabalhar até 20 horas semanais.


- Como tirar o visto de estudante neozelandes?

Na Oceania há outro país receptivo à mão de obra estrangeira: a Nova Zelândia, onde as pessoas também são muito amistosas. Para solicitar o visto de estudante é preciso estar matriculado em um curso de mais de três meses. Também é necessário, ainda no Brasil, fazer a aplicação do visto de forma online.


“Alguns cuidados extras são exigidos para conseguir o visto de estudante neozelandês, como ter o passaporte com data de validade de, no mínimo, de três meses depois do retorno”, comenta. 

- Como tirar o visto de estudante irlandes?

O pedido de visto é feito no próprio país. O primeiro contato do estudante com a imigração será no aeroporto de Dublin, e é neste momento que ele vai apresentar toda a documentação necessária para solicitar o visto. “É importante que o aluno saia do Brasil com toda a documentação necessária, para não enfrentar problemas no momento de aplicar o visto no destino”.

Para conseguir a permissão de trabalho na Irlanda, o estudante precisa estar matriculado em um curso de inglês acima de 25 semanas e terá que se registrar no escritório geral de imigração, que pode conceder um visto para 8 meses.

“Uma dica importante é agendar o quanto antes a entrevista no escritório da imigração. Se o intercambista tiver com toda a documentação certa, pode marcar até aqui pelo Brasil, agilizando o processo na Irlanda”, informa a diretora.


- Dicas finais:

“Em todos os casos o documento principal é a carta de aceitação da escola, pois é o que dará base para o visto de estudante. É importante demonstrar que possui investimentos financeiros para se manter no destino e que tem interesse em retornar ao país de origem ao término do curso, ao comprovar vínculos com o país de origem. Essas atitudes vão facilitar bastante a aprovação da aplicação do visto”, conclui Fátima Kaiser.


Fonte: Francielen Mariotto

República Dominicana, capital indiscutível do golfe no Caribe


A República Dominicana continua mostrando que é o melhor destino turístico do Caribe para o golfe. Visitantes do mundo todo desfrutam da chance de poder combinar a experiência de jogar em excelentes campos de desenhos desafiadores com paisagens naturais imponentes, hotéis de primeira classe e serviços de qualidade.

“A República Dominicana é o destino favorito dos golfistas que viajam ao Caribe. Nosso país oferece muito mais que campos de primeira categoria, oferece uma variedade de experiências ideais para que tanto o golfista, quando seus acompanhantes, aproveitem férias inesquecíveis, com serviços de primeira categoria”, afirma Magaly Toribio, Assessora de Marketing do Ministério do Turismo da República Dominicana (MITUR). 

“Isso, aliado à excelente conectividade que existe dentro do país, tanto aérea quanto terrestre, e à relativa proximidade de nossos destinos turísticos, fazem da República Dominicana o destino golfista por excelência da região”.

Atualmente, a República Dominicana abriga 26 campos de golfe com desenhos de primeira categoria distribuídos ao longo do país, sete dos quais oferecem 86 buracos com vistas para o mar impressionantes. Designers de renome internacional, como Jack Nicklaus, Grey Player, Pete Dye e Tom Fazio, deixaram sua marca e sua paixão em campos que desafiam jogadores de diferentes níveis, incluindo Teeth of the Dog (Dente do Cachorro) de La Romana, desenhado por Fazio e considerado um dos 50 melhores campos do mundo, The Lakes Barceló, na região de Bávaro, que se destaca pelo imponente bosque de manguezais que o rodeia, e Punta Espada, em Cap Cana, com um impecável design de Nicklaus e oito buracos localizados de frente para o mar do Caribe.

Em uma estratégia de longo prazo, o MITUR colocou um empenho especial na promoção do golfe, algo que tem se traduzido em um crescimento do segmento de mais de 45% nos últimos cinco anos. Recentemente, o país recebeu, pelo quarto ano consecutivo, o prêmio de Melhor Destino de Golfe do Caribe nos World Golf Awards 2018.

Além disso, o reconhecimento do destino se reflete nas numerosas competências de escala internacional que atraem golfistas de todo o mundo. Em março deste ano, o país foi anfitrião, pela primeira vez, do PGA Tour, o principal circuito norte-americano de golfe profissional masculino. O mesmo foi jogado no moderno campo de golfe Corales, localizado no Puntacana Resort & Club. Planejado por Tom Fazio e inaugurado em 2010, Corales combina terrenos ondulados e vistas incríveis com buracos laterais nas falésias oceânicas e verdes na beira de um lago de água salgada.

Com o objetivo de seguir mantendo essa liderança, de 1 a 6 de setembro próximo se celebrará a quinta edição de DR Golf Travel Exchange 2018, um evento que reúne a mídia e operadores de turismo internacionais especializados no esporte com diretores de campos de golfe, hoteleiros, e operadores locais, e que ano após ano se consolida como a melhor plataforma para mostrar ao mundo os atrativos da República Dominicana como destino de golfe. Em sua mais recente edição, o evento contou com a palestra de figuras de destaque do mundo do golfe, entre eles James J. Keegan, reconhecido escritor de golfe e estratégia estadunidense e Kelly Fulford, diretor de Negócios da GolfNow. No último março, também se celebrou o “Gran Torneo de Golf 2017”, jogado em duas fases com a modalidade individual em três categorias: A, B e Feminino.

O DR Golf Travel Exchange 2018 acontecerá no luxuoso hotel Secrets Cap Cana Resort & Spa, localizado no complexo turístico Cap Cana, em Punta Cana. Assim como nas edições anteriores, os participantes terão acesso exclusivo aos melhores cursos de golfe, seminários especializados e oficinas com profissionais. Também poderão experimentar tudo o que a República Dominicana tem para oferecer fora dos campos, com excursões à costa do país.

Fonte: Carolina Rinaldi

As cinco regras de ouro para ter um time de colaboradores engajado



Você já deve ter lido ou ouvido a frase de Michael Jordan, que diz “O talento vence jogos, mas só o trabalho em equipe ganha campeonatos”. Pois bem, tenho observado a crescente busca das empresas, seja no Brasil ou no exterior, por profissionais altamente qualificados para gerenciar projetos ou liderar grandes equipes. Vejo isso com bons olhos, levando em consideração que a qualificação técnica é um dos principais fatores para o sucesso de uma empreitada. É através dela que temos a segurança de cada processo que deve ser realizado, de cada passo a ser dado.

Conhecimento técnico faz cada projeto ter um nível de sucesso acima da média, sem ter que perder tempo com revisões e reviravoltas que podem resultar em atrasos ou recomeço e até mesmo fracasso.

Porém, como citei acima, conhecimento técnico é um dos principais fatores do sucesso. Mas longe de ser o único. Conhecimento técnico sem conhecimento humano, sem a capacidade de entender as pessoas que irão desempenhar cada tarefa para a concretização da meta, não vai adiantar. 

Pense comigo: você contrata um profissional altamente gabaritado para administrar um projeto. Ele, tecnicamente desenvolve brilhantemente sua função, mas não sabe lidar com pessoas, não sabe administrar conflitos, não sabe ouvir. Agora, me responda: adianta termos um projeto técnico brilhante, mas na hora do desenvolvimento não termos o mesmo desempenho?

O que estou querendo dizer é que muitas empresas pagam um preço muito alto por não observarem este detalhe, ou seja, possuem um projeto excelente, porém, focam apenas na parte técnica. Lembra-se da frase do Michael Jordan, que talento vence o jogo, mas o trabalho em equipe vence o campeonato? Isso quer dizer que, para um projeto dar certo, é fundamental montar um time completo, composto por cada profissional em sua área de atuação, como se estivesse montando um time para disputar um grande campeonato.

Observando os jogos da Copa do Mundo, temos a prova real do que estou querendo dizer. Um exemplo clássico que podemos observar é a seleção de Portugal, que tem o melhor jogador do mundo atuando, um profissional respeitadíssimo, com todos os olhos voltados para ele quando Portugal entra em campo. Mas, aí faço duas perguntas: Isso ganha jogo? Até sim, pois ele geralmente faz gols em suas partidas. Isso é o principal para ganhar a Copa? Não! Isso apenas não basta! É preciso ter alguém que o sirva, que o alimente com boas bolas na frente do gol, um goleiro que faça boas defesas, uma equipe de defensores que blindem o time, um meio campo para organizar, laterais para defender e atacar quando possível. Então, podemos confirmar que é apenas com uma equipe qualificada trabalhando coletivamente que iremos vencer o campeonato.

Sabemos que para ser campeão é preciso vencer todos - ou a grande maioria – dos jogos. Mas, e se em um jogo decisivo o seu único craque não está bem e nem entra em campo, o que o time fará? De que adiantou nos jogos anteriores seu craque fazer lindas jogadas, mas no jogo decisivo ele não entrar em campo ou ter uma atuação apagada? Se o seu time não tiver outros jogadores engajados, capacitados, reconhecidos e motivados, correrá sérios riscos de perder o campeonato. Isso faz sentido para você?

Por isso, para te ajudar a montar uma equipe engajada na busca das vitórias e, principalmente, na busca do campeonato, listei cinco regras de ouro para ter na sua empresa um time campeão. Vamos a elas:

1- Evite estrelismo:

Evite direcionar os holofotes apenas para alguns. Na hora decisiva, você precisará contar com o esforço máximo de todos. Apenas um não ganhará o campeonato.

2- Reconheça e valorize cada esforço:

Existem várias formas de motivar sua equipe. Claro que um aumento no salário é sempre bem vindo, mas já experimentou valorizar o seu pessoal? O reconhecimento tem um poder mágico, faz o profissional sentir-se vivo e, principalmente, parte integrante do projeto, sabendo que seu trabalho está sendo visto.

3- Ouça a todos:

Um dos grandes trunfos de um líder é saber ouvir. Isso não quer dizer que a ideia ou opinião de todos será acatada e implantada, mas trará várias boas ideias que, juntas, podem se transformar em excelentes resultados.

4- Una conhecimento técnico e conhecimento prático:

Não adiante ter a teoria, mas não saber como executá-la na prática. Unir o conhecimento teórico com o conhecimento prático é um dos grandes segredos para sua empesa se destacar e o seu projeto ter sucesso.

5- Comemore os resultados:

Sabemos que uma das melhores formas de motivar as pessoas é através do reconhecimento. Sendo assim, comemorar os resultados é uma regra valiosa. Quando seu colaborador percebe que seu esforço valeu a pena e que isso foi reconhecido, tende a repetir o feito em outros projetos.

As pessoas são assim, precisam ser estimuladas. Agora, imagine se você focar apenas no jogador principal, reconhecer, premiar, dar festas e viagens de prêmio apenas para o principal. Como ficarão os outros? Lembre-se: o talento vence jogos, mas só o trabalho em equipe ganha campeonatos.


Fonte: Sandro Libardoni é palestrante e consultor especialista em motivação humana, analista comportamental e Coach

Cinco balneários para se refrescar na Madeira


É difícil não gostar de um bom banho de mar, principalmente se o ambiente é tranquilo e a paisagem bonita. A Ilha da Madeira, charmoso destino português em meio ao Oceano Atlântico, tem diversas praias e piscinas naturais rodeadas por cenários impressionantes, onde é possível entrar na água em qualquer época do ano, já que as temperaturas são sempre amenas. Confira abaixo cinco balneários perfeitos para se refrescar na Madeira.

- Piscinas naturais de Porto Moniz:

Estas piscinas de água salgada são formadas por rochas vulcânicas onde o mar entra naturalmente, e nadar nestas águas cristalinas é uma experiência inesquecível. Contam também com piscina e parque infantil, além de uma infraestrutura completa, com snack-bar, guarda-volumes, vestiários, espreguiçadeiras e guarda-sóis para alugar.


Piscinas naturais de Seixal:

Também de origem vulcânica, têm uma paisagem envolvente e águas límpidas. O acesso a elas é livre e costumam ser mais tranquilas que as piscinas de Porto Moniz, oferecendo mergulhos mais sossegados. As áreas circundantes foram recuperadas para garantir sua segurança e preservação, mas as características principais foram mantidas, como o túnel de pedra que se assemelha a uma caverna e dá acesso a uma das piscinas.


- Complexo Balnear do Lido:

Duas piscinas de água salgada, uma para adultos e outra para crianças e acessos direto ao mar formam este delicioso complexo balnear, projetado por José Rafael Botelho. Dá para aproveitar um dia inteiro indo do mar para as piscinas e das piscinas para o mar. As crianças adoram os escorregadores da piscina infantil.


- Prainha: 

O que mais encanta na Prainha é o cenário, que contrasta de forma gritante com o restante da ilha. Os tons usuais de verde são substituídos por uma paisagem árida de amarelos, castanhos e laranjas que, ainda assim, é de tirar o fôlego. Quem dá um pulo no mar verde-esmeralda por ali fica com vontade de não ir embora.


- Praia do Porto Santo:

A praia do Porto Santo, localizada na ilha de mesmo nome, tem nove quilômetros de areia dourada com propriedades terapêuticas comprovadas. Poderia ser confundida com o Caribe, de tão azul que é a água do mar. É o lugar perfeito para relaxar sob o sol e curtir um oceano calmo. Visitando esta praia, fica fácil entender porque Porto Santo é conhecida como Ilha Dourada.


- Sobre a Ilha da Madeira:

Considerado o melhor destino insular do mundo, a Ilha da Madeira é um pequeno paraíso português situado em meio à imensidão do Oceano Atlântico. De origem vulcânica, sua localização privilegiada proporciona clima ameno e mar com temperatura agradável o ano inteiro, além de impressionantes cenários de montanhas, vales e penhascos, todos cobertos pela exuberante vegetação Laurissilva, nomeada Patrimônio Natural da Humanidade pela Unesco. 


O arquipélago é formado por um conjunto de ilhas, sendo as principais e únicas habitadas Madeira e Porto Santo. Há excelentes opções em balneários, monumentos históricos e ótimos hotéis e restaurantes, onde se pode provar a deliciosa gastronomia e os premiados vinhos madeirenses. 



Fonte: Jessica Ferreira